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quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Carteiros entram em greve por tempo indeterminado em Vilhena

Grupo de 15 trabalhadores paralisou serviços nesta quarta, 1. Carteiros pedem contratação de mais três funcionários para a cidade.

Os 15 carteiros dos Correios de Vilhena (RO), cidade distante 700 quilômetros de Porto Velho, decidiram fazer uma paralisação por tempo indeterminado a partir desta quarta-feira (1). Os grevistas pedem a contratação de mais funcionários, pois, segundo o Sindicato dos Trabalhadores dos Correios e Telégrafos do Estado de Rondônia (Sintect-RO), o número atual de entregadores é insuficiente e é necessária a contratação de mais três carteiros. A direção regional dos Correios promete implantar um novo sistema de distribuição para adequar o quadro de profissionais ao volume de trabalho.


De acordo com Cesar Saraiva, um dos carteiros que aderiram à greve, a cidade de Vilhena cresceu e por isto a classe ficou sobrecarregada. “Como existem muitos distritos para entregar, acabamos sobrecarregando os serviços, daí com o atraso eles cobram da gente”, afirma. Em julho deste ano, os funcionários já haviam feito uma paralisação, suspensa após recomendação da direção dos Correios de Rondônia, que considerou a manifestação ilegal. Segundo o Sintect-RO, na época, o documento que informava sobre a greve foi entregue fora do prazo.

O sindicato informa que a nova paralisação em Vilhena segue por tempo indeterminado e cerca de 9 mil correspondências devem deixar de ser entregues diariamente. O diretor regional dos Correios, Sérgio Simão de Araújo, no entanto, garante que o atendimento nas duas agências da cidade não foi comprometido. Os postos de atendimento estão funcionando normalmente para o recebimento de contas e despacho de correspondências. Os consumidores que desejarem retirar alguma encomenda podem ir até a Central de Distribuição Domiciliar (CDD), das 14h às 17h.

Ainda segundo a direção regional dos Correios, a empresa vai elaborar um estudo para implantação de um sistema de distribuição, a partir de janeiro de 2015, com a adequação do número de profissionais ao volume de trabalho.

Jonatas Boni
Do G1 RO

Acir Gurgacz aprovou U$ 28,7 milhões para cidade de Cascavel (PR)

No Senado

“Pela liderança do senador Acir Gurgacz e do senador Sérgio Souza que nos apoiou na votação, acredito que à tarde já estará no Plenário. Depois de aprovado, o próximo passo é a assinatura do contrato, que deverá ser realizado até o fim deste ano”. Essa fala é do prefeito da cidade paranaense de Cascavel, Edgar Bueno em dezembro do ano passado, logo após sair de uma audiência na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal e o relator de um empréstimo no valor de U$ 28,7 milhões para a cidade paranaense foi Acir Gurgacz.


Aliás

O senador, que não foi eleito (diga-se de passagem), possui inúmeros negócios na cidade de Cascavel, inclusive uma fundação que leva o nome de seu pai, suplente de senador Assis Gurgacz e que está sendo investigada pelo Tribunal de Contas da União, suspeita de uma série de irregularidades em um convênio entre a Fundação Assis Gurgacz e a União, em um programa de inclusão digital. É bom ressaltar que esse programa era para o Paraná e não Ji-Paraná.

A auditoria do TCU

Descobriu várias irregularidades abrangendo o período de 2005 e 2006, como indícios de procedimentos fraudulentos na condução do processo licitatório que indicavam possível ocorrência de direcionamento da licitação ou licitação montada; incompatibilidade entre o que foi efetivamente realizado e as especificações do Plano de Trabalho, Edital, Proposta e Contrato, caracterizando fraude na execução física do convênio; indícios de fraude nos pagamentos e documentos comprobatórios; indício de comprovação de despesas mediante notas fiscais ‘calçadas’; inexistência e/ou funcionamento irregular de empresa licitante à época da licitação, preços contratados não compatíveis com os preços de mercado; movimentação irregular da conta específica do convênio; licitação efetuada em modalidade diferente do exigido na legislação; irregularidades na aprovação da Prestação de Contas por parte de órgão repassador de recursos e não atendimento à finalidade do convênio.

E sabe o que mais?

Os auditores verificaram simulação, por meio de carta convite, da compra de quatro ônibus usados, que já eram de propriedade de outras empresas do mesmo grupo empresarial da FAG, a Eucatur e a Viação Nova Integração, sendo que a ata declarou a Coperserv – Cooperativa de Trabalhos Múltiplos em Saneamento Básico e Meio Ambiente vencedora do processo. Essa empresa, porém, não foi encontrada nos endereços informados para a Receita Estadual do Mato Grosso e tem como atividade a prestação de serviços de seus associados em meio ambiente e saneamento básico, não se configurando como empresa de comercialização de veículos ou de veículos adaptados para laboratórios de Informática.

Voltando ao empréstimo

“A votação foi um sucesso, pela Comissão de Assuntos Econômicos, da qual tive a honra de ser o relator. É um empréstimo importante, que vai levar o crescimento e o desenvolvimento para Cascavel. Não tenho dúvidas de que também no Plenário vamos conseguir aprovar, ainda hoje, desta forma autorizando o Município a fazer esse contrato”. Sabe quem é doido por um empréstimo desses, e que poderia fazer muito por Ji-Paraná? O prefeito Jesualdo Pires. Mas para essa briga, pelo visto, ele não tem parceiro. Quer mais? Gurgacz é senador, deveria cuidar dos interesses de Rondônia, mas na verdade cabe uma rápida reflexão nesse ponto.

Concessões

Ele detém concessão de transportes interestadual, intermunicipal e interncaional de passageiros. Isso depende de aprovação da Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT – órgão federal). Ele detém concessão de emissoras de rádio e TV (Ministério das Comunicações, órgão federal). Ele detém faculdade no Parná (depende de concessões do MEC – órgão federal). Ele detém exploração de granito em Rondônia pela empresa Gramazon, e para isso precisa de licença de exploração concedida pelo Departamento Nacional de Produção Minieral (DNPM – órgão federal). Portanto, percebe-se que todos os seus negócios dependem da União. No caso de questões relevantes para o Estado, mas que não sejam de interesse da União, como você e acha que ele terá independência para tomar um posicionamento contrário?

Manobra

A prefeitura de Porto Velho havia feito uma licitação para a contratação de empresa para coleta de lixo da capital, após a Marquise ter cancelado o contrato devido a uma série de desentendimentos. No dia 3 de setembro deste ano, o Tribunal de Contas detectou uma série de irregularidades no edital e determinou as correções em um prazo de 15 dias. A coluna já havia antecipado que a empresa LARA sairia vencedora do certame, inclusive comunicando ao Ministério Público. Ao invés de fazer as correções necessárias, a prefeitura fez uma contratação emergencial no valor de R$ 14 milhões e advinha qual a empresa que integra o consórcio? Se você pensou LARA, acertou.

Pois é

O processo 100121-000/2014 garantiu o contrato emergencial, por dispensa de licitação, do Consórcio Porto Velho Ambiental, representado pela LARA Central de Tratamentos de Resíduos. O termo foi publicado no Diário Oficial do Município do dia 30 de setembro. Com isso, o Tribunal de Contas fica a ver navios. E os Nazif, mais uma vez, mostram que não estão nem aí para os órgãos de fiscalização.

Esqueceram de mim

Nos últimos dias a disputa para governo de Rondônia ficou polarizada entre Confúcio e Expedito. Um fato que evidencia essa situação foi o debate entre candidatos na TV Rondônia, no último dia 30 quando eles não se preocuparam em fazer questionamentos a candidata republicana. Jaqueline chegou a reclamar de que os demais candidatos não estavam direcionando-lhe perguntas. O IBOPE fecha dia 3 (sexta) a terceira pesquisa em Rondônia. Serão entrevistadas entre os dias 28 de setembro e 3 de outubro 812 eleitores. A contratante é a própria TV Rondônia. O resultado deve ser divulgado na sexta-feira.

Fonte: Painel Político

Homem se passa por policial civil em hospital público de Ji-Paraná

Ao chegar na recepção do hospital, homem disse ser policial civil. Após ser seguido o suposto policial não apresentou seu distintivo.

Um homem foi reso por falsidade ideológica, nesta terça-feira (30), em Ji-Paraná (RO), ao se apresentar como um investigador da Polícia Civil dentro do Hospital Municipal. O fato ocorreu  por volta das 18h, no Bairro Dom Bosco.


De acordo com o boletim de ocorrência, o suspeito disse para uma funcionária, na recepção do hospital, que estaria investigando um caso de homicídio. Desconfiado, um funcionário resolveu seguir o suposto “investigador”, no momento em que ele saia do hospital.

A polícia foi avisada e se deslocou até o endereço onde o suposto falso policial civil estaria, na Rua Mamoré, após a indicação de testemunhas. Após entrar em contato com o solicitante, a polícia abordou o homem, e ao indagá-lo sobre documentos que comprovassem se ele era investigador de polícia, o homem não apresentou qualquer prova.

Diante dos fatos, o homem foi levado à delegacia para prestar declarações e deve responder pelo crime de falsidade ideológica.

Ramona Patrícia
Do G1 RO

Falso candidato ao governo de Rondônia é investigado pela PRE-RO

Ahgair Alves tentou se candidatar pelo PSDB, em julho deste ano. O caso pode ser levado à julgamento na Justiça Eleitoral.

A Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) solicitou à Polícia Federal para investigar Ahgair Alves, suspeito de fazer campanha falsa como candidato ao governo de Rondônia. Ele teve candidatura rejeitada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) por não ter sido escolhido por convenção partidária. Segundo a procuradora Gisele Bleggi Dias, ele estaria promovendo uma candidatura individual, proibida por lei.


O suspeito deve responder por crime de falsa propaganda e indução ao erro entre os eleitores. A PRE recebeu a denúncia do falso candidato por meio de aplicativo de telefone. “Ele alega aos eleitores que está recorrendo da decisão e que tem condições de ganhar, mas na verdade ele nem está na condição de sub judice, que é quando o candidato está sob apreciação judicial", explica Bleggi, ressaltando que o ato está levando alguns eleitores a erro.

Alves tentou se candidatar pelo Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), em julho deste a legenda do real candidato ao governo do estado Expedito Júnior. "O processo foi negado, ele não pode recorrer, tampouco fazer campanha individual", relata a procuradora.

De acordo com um advogado do PSDB, o suspeito tem usado o nome e a imagem de um  conhecido candidato a deputado federal para dar credibilidade à sua candidatura. Divulgar propaganda falsa é crime, com pena de dois meses a um ano ou pagamento de 120 a 150 dias-multa.

Ísis Capistrano
Do G1 RO

Prefeito entrega caminhões para associações rurais

Os veículos adquiridos com recursos do programa Calha Norte 

A Prefeitura de Cacoal através da Secretaria Municipal de agricultura realizou na manhã desta segunda-feira (29) juntamente com o Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável e Reforma Agrária (CMDRSRA), a entrega de dois caminhões para associações do município.


Os veículos adquiridos com recursos do programa Calha Norte, irão beneficiar a cooperativa COOPERCACOAL, no qual serão utilizados para a entrega dos produtos adquiridos pelos programas PNAE e P.A que são destinados a merenda escolar para alunos da rede pública de ensino nas zonas rural e urbana, e a associação ASPROL 5 que utilizará o veículo para o transporte de leite dos produtores associados até o local de processamento.

“A chegada destes caminhões e equipamentos representa um conjunto de esforços para dar agilidade aos serviços prestados pelas Associações. Esse é um dia de grande alegria, pois temos trabalhado sempre com o intuito de organizar melhor as ações, com qualidade visando prestar um melhor serviço à comunidade”, disse o Prefeito Padre Franco Vialetto. 

Segundo o Secretário Municipal de Agricultura Clarindo Rosa, os veículos irão beneficiar 21 agricultores que receberão ainda 800 metros de filmes plásticos destinados aos agricultores agroecológicos com objetivo de proteger os canteiros de hortaliças além de adubo. “A gestão Franco vem mostrando grande preocupação com o setor da agricultura, investindo em programas que beneficiem os trabalhadores rurais, prova disto é a entrega destes caminhões que vieram em ótima hora e que irão facilitar a entrega de produtos, tornando as associações mais fortes”, afirmou Clarindo.

 “O município se desenvolve a partir do momento que as associações crescem. Com a união da comunidade e com solidariedade podemos tornar a nossa cidade forte e organizada”, concluiu Padre Franco.

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

O ovo Frito uma opinião Machista?

Grande elemento em nossa história, um verdadeiro marco na vida de qualquer um que já tentou desbravar os territórios da cozinha. O melhor amigo culinário do homem e eu nunca li uma homenagem a este que sempre será nosso primeiro pensamento e o nosso último refúgio, o ovo frito.


O ovo frito, vale ressaltar, é o nosso grito de independência. Os homens das cavernas tornavam-se homens quando podiam caçar e se alimentar. Com o desuso da caça, restou-nos tornamo-nos verdadeiramente homens quando nos alimentássemos sozinhos. E o ovo exerceu, todos esses anos, bem antes da invenção do miojo, o papel de primeiro alimento que nós mesmos preparamos. O ovo ratifica o homem.

Não somente por esse papel, o ovo dispensa frescuras e terecotecos para sua preparação. Apenas cumprindo sua missão de alimentar-nos, não se preocupa com temperatura e banho-maria, por isso foi tão importante em todas as guerras e situações periclitantes da humanidade. Ou vocês acham que Winston Churchill tinha tempo e paciência para aguardar um porco assado com canela ficar pronto?

Além de ser um salvador de vidas! Quantos de nós, ao nos depararmos com os bolsos vazios e a barriga na mesma, tivemos a brilhante ideia de fritar um ou dois ovos, acrescentar farofa e comer um manjar dos deuses? O ovo não tem preconceito, aos olhos dele, todos somos chefs.

Infelizmente, a agonia da sociedade em procurar e perseguir nossos algozes tornou-o um vilão. Banido da vida de muitos, em uma grande demonstração de ingratidão. Hoje só se pode comer partes do ovo e não em sua plenitude. Faz mal. Ora essa! Faz mal para os hereges! Para os falastrões que não entendem tamanha importância. Quantas vezes você acha que Napoleão Bonaparte pararia para separar o que ele iria comer do ovo?
Porém, mesmo contra todos esses pecadores que tanto insistem em demonizá-lo. Sempre haverá uma frigideira na mão de um batalhador, aquecendo a manteiga a espera do ovo. Sem se importar com banalidades, pois como os chefes de estados citados, também travamos as nossas guerras e contra a fome eis a nossa principal arma.

Lucas Lucco diz que Zezé e Sertanejos poderiam tomar Chá de Sumiço

Sério, essa turma do sertanejo já passou de qualquer limite. Toda semana surge uma dupla nova ou uma música ruim para infestar as rádios e casas de show. Parece que só existe música sertaneja — e um pouco de Axé e Funk — sendo produzida no Brasil. E aí dá-lhe canções com "te pego na cama", "vem fazer um berê-berê", "quero te amar sem medo" e coisas bizarras do tipo.

Lucas Lucco poderia ficar em silêncio

Esse Lucas Lucco, que é o mais recente queridinho (está até na Dança dos Famosos), é de uma ruindade ímpar. Outro dia ele estava na TV cantando uma música cujo nome infeliz é "Mozão". Já começa por aí, né? Chamar sua namorada ou namorado desse jeito é para acabar com qualquer relacionamento no ato. Com ele na TV, resolvi prestar atenção na música, porque vai que é bom e apresenta algo minimamente decente, né? Daí o que se houve são frases do tipo: "Momôzim, vamos fazer assim / Eu cuido de você, você cuida de mim / Não desisto de você e nem você de mim / Vamos até o fim". Como é que alguém pode cantar um troço desse nível? E alguém para para ouvir um CD inteiro do Lucas?

Assim como o senhor Lucco, tem tantos outros cantores e duplas que ficam ali na linha da miséria absoluta em termos musicais. Não dá para ouvir. Mas parece que tem quem curte este tipo de imbecilidade.

E se fosse só a parte musical, até que seria mais fácil de resolver. Mas também temos que aguentar dia sim e outro também a briga pública de Zezé di Camargo e Zilu. Todo santo dia é uma declaração nova ou uma farpa de um para o outro. E depois eles ainda reclamam que a imprensa fica espalhando coisas. Claro, eles fazem tudo para aparecer.

Aí ainda tem o Gusttavo Lima que não sabe se para a carreira ou continua (pare, por favor), o Luan Santana se achando o novo Roberto Carlos e temos um time completo de gente que poderia simplesmente ficar em silêncio. Seria bem legal.

TRE indefere liminar solicitada pelo PT contra Expedito

Em representação, o Partido dos Trabalhadores de Padre Ton, alegou que o candidato tucano praticou propaganda irregular ao veicular programa eleitoral com a urna eletrônica e o brasão da Justiça Eleitoral


Porto Velho, RO – O juiz Guilherme Ribeiro Baldan, do TRE (Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia, indeferiu liminar solicitada pelo PT, cujo candidato ao Governo de Rondônia é Padre Ton, contra o adversário Expedito Júnior (PSDB) e sua coligação majoritária “Frente Muda Rondônia”.

A legenda vermelha alegou que Expedito veiculou inserção na televisão no dia 28 de setembro com utilização de imagem da urna eletrônica.

Por isso requereu, em análise de cognição sumária, a concessão de medida liminar para que as emissoras de televisão se abstivessem de veicular a inserção combatida, na data de 29 de setembro em diante, até que a irregularidade fosse sanada.

Ao final solicitou como medida de economia processual que a proibição seja estendida à emissora de televisão geradora dos programas em rede, a fim de que se abstivesse de veicular no programa a ser exibido no dia 29, propaganda que utilizasse a imagem da urna eletrônica e do brasão da Justiça Eleitoral, até que a irregularidade seja sanada pelos representados (Expedito e Coligação).

Antes de negar o pedido ao Partido dos Trabalhadores, o magistrado registrou:

“Observo que a norma em comento possui dupla finalidade. Primeiro de resguardar o equilíbrio da disputa eleitoral, coibindo que candidatos detentores de maior capacidade econômica utilizem nas suas campanhas artefatos similares à urna eletrônica, dado o caráter dispendioso para reprodução de máquinas que se assemelhem à urna eletrônica. Segundo de evitar que o eleitor seja induzido a erro porque, na maioria das vezes, tais artefatos não espelham as mesmas características da urna eletrônica oficial, causando dúvidas e confusão no eleitor no momento do exercício do voto. No presente caso, a coligação representada (Frente Muda Rondônia) não fez uso de simuladores de urna eletrônica, ao revés, foram exibidas imagens da urna eletrônica oficial, o que não é vedado pela legislação”, disse.

Sobre a utilização do brasão da Justiça Eleitoral, Baldan enfatizou:

“A imagem do brasão fixada em todas as urnas eletrônicas brasileiras apresenta-se desfocada e com exibição muita rápida, sendo insignificante dentro do contexto geral da propaganda. Além disso, a utilização do símbolo da Justiça Eleitoral aparece de forma bastante secundária, não sendo utilizado para associar a pessoa do candidato à instituição Justiça Eleitoral, mas apenas para demonstrar a autenticidade da urna distinguindo-a de qualquer outro artefato similar”, concluiu.

Obra no aeroporto de Ji-Paraná vai custar R$ 14 milhões

O José Coleto será o primeiro no Norte do País a receber investimentos do Programa Federal de Auxílio a Aeroportos

O Governo Federal prevê investimento de R$ 7,3 bilhões em 270 aeroportos regionais. O José Coleto, em Ji-Paraná será o primeiro no Norte do País a receber investimentos do Programa Federal de Auxílio a Aeroportos (Profaa). O custo estimado é de R$ 14 milhões. A licitação que seria em março foi transferida para novembro, após questionamento do Tribunal de Contas da União sobre o modelo e a modalidade da licitação, o Regime Diferenciado de Contratação (RDC).


O recurso aplicado prevê a reforma e ampliação, um novo terminal de passageiros, reforma e construção de pista de pouso e decolagem, pátio de manobras, estacionamento, sinalização noturna e equipamentos modernos de controle de voo e segurança. O projeto foi concluído em janeiro pela Secretaria de Aviação Civil de Presidência da República (SAC/PR) e as obras serão feitas com recursos do Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac), através do Profaa.

O Governo Federal quer acelerar as obras, em todo País, não sendo diferente em Ji-Paraná. O prazo médio esperado para a conclusão dos trabalhos no município será de nove meses. O projeto foi colocado entre os prioritários para licitação por conta do apoio da SAC/PR e, principalmente do Banco do Brasil, órgão executor do Profaa.

“Estamos trabalhando há muito tempo na adequação do projeto junto à SAC/PR e, graças a isso e ao apoio do vice-presidente do Banco do Brasil, ex-senador Osmar Dias, convencemos a presidenta Dilma em colocá-lo no primeiro lote do Profaa para licitação”, comentou Acir Gurgacz, senador.

O atraso na licitação se deu em razão das explicações solicitadas pela conselheira do Tribunal de Contas (TCU) Ana Arraes sobre o sistema de licitação, RDC, que seria justamente para agilizar o início das obras, administrada pelo Banco do Brasil.

O julgamento estava marcado para o dia 13/08/2014, coincidentemente com a data do acidente do seu filho Eduardo Campos. O novo edital, no modelo de menor preço, está previsto para novembro.

Mais de 16 mil embarques

A queda no volume de embarques atingiu a margem de 52,39% no aeroporto José Coleto, em Ji-Paraná, e poderia ser contornada se não fosse a ausência de companhias aéreas.

Somente a Azul Linhas Aéreas se mantém, embora nos últimos 34 anos, 10 deixaram de operar no município, não por falta de demanda. São 5,7 mil embarques na região, mas pela saúde financeira das grandes companhias, abaladas pelos altos custos de manutenção,

principalmente do combustível, que responde por 40% do total de uma aeronave. As empresas reduziram o número de rotas, o que suscita dúvidas quanto ao interesse delas em voar para destinos que não terão fluxo suficiente de passageiros.

Não é o caso de Ji-Paraná, só na primeira quinzena de setembro foram 16, 2 mil embarques; em 2013 cerca de 34,085 embarques foram registrados; em 2012, foram 57,3 mil e 2011, média 60,3 mil. Atualmente 80% são oriundos na cidade de Ji-Paraná, uma média diária de 1,8 mil embarques só em agosto.

A região Norte foi proporcionalmente favorecida, com 23,3% dos investimentos do programa. Segundo a Secretaria de Aviação Civil (SAC) foram analisados 240 de um universo de 270 estudos de viabilidade técnica dos aeroportos regionais contemplados pelo programa de investimentos em logística do Governo Federal – aproximadamente 88% dos estudos.

A estimativa é que sejam investidos R$ 7,3 bilhões na melhoria dos 270 aeródromos, escolhidos de acordo com a projeção dos próximos anos. O crescimento da aviação civil no Brasil, tem registrado aumento anual médio de 11%. Em 2013 foi registrado 203 milhões de passageiros nos aeroportos.

"1,8 mil embarques diários foram registrados no mês de agosto em Ji-Paraná. Em 2013 foram mais de 34 mil embarques. 

Fonte: Diário da Amazônia

Transposição: consulta ao TCU está pronta para ir ao plenário

“Não podemos deixar que o governo federal enganasse os servidores e o Estado de Rondônia 

O deputado federal Amir Lando (PMDB-RO) através de sua assessoria em Brasília teve a informação  de que a consulta feita ao TCU pela AGU sobre quais servidores teriam direito à transposição aos quadros da União, foi distribuída para outro ministro em virtude da licença da relatora Ana Arraes que teve o filho morto em acidente aéreo e ainda não ter um prazo previsto para retorno ao trabalho. O processo está sob a responsabilidade do ministro substituto, Augusto Sherman, que terá que relatar o posicionamento jurídico do Ministério Público junto àquela corte e colocar para votação no pleno, já na semana que vem. Amir apresentará defesa oral em favor dos servidores.


Desde que assumiu o mandato como deputado federal, Amir Lando foi procurado por servidores para abraçar a causa da transposição. Na primeira reunião realizada na AGU, o parlamentar percebeu que a intenção do governo era meramente protelatória. Criaram vários obstáculos em forma de decretos, leis, consultas e cartas enviadas aos servidores no intuito de procrastinar e não enquadrar os servidores estaduais de Rondônia nos quadros do governo federal como determina a EC 60 da CF/88. 

Em várias audiências na AGU, TCU, Palácio do Planalto e Ministério do Planejamento, Amir usou como estratégia a discussão jurídica ponto a ponto dos assuntos controversos da transposição. O primeiro deles foi com relação aos servidores demitidos do governo Bianco, depois os contratados por prazo determinado e indeterminado, os temporários e os demais servidores com direito a transpor. 

No TCU, Amir apresentou a seguinte memória jurídica como mais um argumento, após o relatório do MP daquela corte sobre uma consulta formulada pela Advocacia Geral da União que inviabiliza a intenção do governo federal em não querer enquadrar os servidores resguardados pela Constituição Federal:    

                   “A consulta formulada pela Advocacia Geral da União, com todo o respeito, foi um tanto quanto tendenciosa, pois já insere informações incompatíveis com os fatos efetivamente ocorridos, objetivando obter a resposta que lhe é conveniente”.   

                   Veja-se que a primeira informação passada, já não condiz com a realidade, pois assevera: “A readmissão de servidores, regularmente demitidos, por intermédio de acordo homologado em instância judicial, por meio de decisão transitada em julgado, restabelece o vínculo original?” (destaque nosso em negrito).   

                   Ocorre que, bem ao contrário do que colocado na consulta levada a efeito pela AGU, não houve demissão regular. A sentença registrou expressamente que as demissões eram absolutamente irregulares, nulas de pleno direito, porque não observada à situação dos demitidos de se tratarem de servidores celetistas e, como tais, teriam que possuir depósitos fundiários e receber, por ocasião das despedidas, todas as verbas inerentes a tal modalidade contratual. Ao cumprimento desses requisitos foi condicionado o reconhecimento da validade das demissões e, sem essas observâncias, entendeu-se que elas nunca ocorreram para os efeitos legais.   

                   Exatamente por entender que as demissões eram irregulares, nulas, portanto, determinou-se o retorno dos servidores ao status quo antes. Além do recurso interposto pelo Estado de Rondônia, a decisão estava sujeita a reexame obrigatório, em virtude de envolver ente público como um dos integrantes da relação processual. Assim, na instância superior, as partes acabaram por se conciliar, o que foi devidamente homologado.  

                   Há que se observar, porém, que o acordo homologado, jamais retira a legitimidade dos fundamentos constantes da sentença, de modo que o consenso posterior não implica em passar a se reconhecer que as demissões foram regulares, como quis fazer crer a Advocacia Geral da União, equivocadamente, diga-se de passagem. 
  
                   Assim, o que deve ser ressaltado e jamais pode ser olvidado, sob pena de se fazer tábula rasa ao que realmente foi decidido judicialmente é que a sentença que precedeu a conciliação restabeleceu o vínculo original, uma vez que foram consideradas totalmente NULAS as demissões. Como se sabe, o ato nulo não produz nenhum efeito e, como tal, equivale a dizer que não é considerado existente no mundo jurídico, ou seja, é como se as demissões nunca tivessem ocorrido, estabelecendo-se, por consequência, o vínculo original, diferentemente da conclusão levada a efeito pelo Douto Ministério Público, com a devida vênia. 
  
                   Com efeito, conforme declinado no item 42 da resposta à consulta, o Superior Tribunal de Justiça não declarou a ilegalidade dos decretos de exoneração/demissão dos servidores, nem determinou a reintegração/readmissão dos atingidos. Todavia isso não se deu por ter àquela Corte decidido de forma contrária, mas sim decorreu do fato de ali ter sido celebrado e homologado acordo. Em virtude do acordo efetuado, não houve apreciação quanto ao mérito da sentença prolatada, mas esta, por seu turno, em verdade, assim se portou, declarando não apenas a ilegalidade, como a total nulidade das exonerações, determinando a imediata readmissão dos servidores alvo do repudiado processo demissionário.   

                   Apesar de haver determinação para readmissão “imediata”, diante dos efeitos apenas devolutivos dos recursos, o cumprimento da decisão só ocorreria após o seu trânsito em julgado, razão pela qual o acordo foi à solução mais viável.  

                   Em que pese o acordo celebrado, na realidade, na contramão do que restou respondido na consulta formulada, os decretos demissionários NÃO romperam o vínculo original dos interessados com o Estado, porque tais decretos foram declarados NULOS de pleno direito, por decisão judicial prolatada pela 2a Vara do Trabalho de Porto Velho.  

                   O fato de não ter havido ingresso nos quadros mediante aprovação prévia em concurso público também não torna irregulares as contratações, por terem estas ocorrido em período anterior à promulgação da Constituição Federal de 5/10/1988, quando essa exigência se tornou imprescindível e indispensável à validade da contratação no serviço público.   

                   Não há como retroagir a validade do texto constitucional de 1988, por aplicação a princípios básicos de direito, em especial, o da irretroatividade das leis, o qual só permite exceção na esfera criminal, que não é o caso, de forma que, se na época de suas admissões não vigorava o texto constitucional com esta exigência de submissão a concurso público, não é este fato que comprometerá a regularidade de suas admissões, como realmente não comprometeu, conforme reconhecido na sentença. 

                   Por fim, não se quer entender que a transposição é uma imposição ao Estado de Rondônia, mas sim que o que não se pode negar em hipótese alguma, é que os servidores regularmente admitidos, cujas pretéritas despedidas arbitrárias, por meio de decreto foram declaradas nulas, equivalendo a dizer que nunca existiram no universo jurídico, podem e devem exercer suas opções de serem ou não transpostos, porquanto o acordo posterior não retira, nem invalida os fundamentos da sentença proferida, mas sim os fortalecem, tanto é que os fundamentos da decisão foram preponderantes para levar o Estado a concordar com a conciliação.  

                   A via conciliatória ocorreu, portanto, apenas como forma mais ágil de efetividade, jamais de negação da essência daquilo que foi reconhecido no título judicial, o qual cabe ser respeitado e preservado de forma perene, longe de artifícios que visem o mascarar, porque a voz do real direito dos servidores alvo de injustiças desta natureza, certamente se sobreporá à mordaça com a qual que se tenta envolvê-los, por demais frágil e desprovida de consistência jurídica para calá-los”.

Amir Lando disse que cerca de 11 mil servidores devem transpor por direito aos quadros da União. “Não podemos deixar que o governo federal enganasse os servidores e o Estado de Rondônia com a desobediência criminosa a norma fundamental”, finalizou.

OAB-RO repudia projeto de lei que extingue o Exame de Ordem

Se aprovado o projeto, haverá uma classe de subadvogados e quem perde é a sociedade

Em defesa da manutenção do Exame de Ordem, o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Rondônia (OAB/RO), Andrey Cavalcante, alerta que a exigência é uma garantia para a cidadania. A declaração foi feita durante a sessão itinerante do Conselho Seccional da OAB/RO na cidade de Vilhena, ocasião em que foi entregue a credencial a 15 novos advogados e dois estagiários, no último dia 26.



Contrário ao projeto de lei que tramita no Congresso Nacional de autoria do deputado Sérgio Zveiter (PSD-RJ), intitulado “Paralegal”, que defende a extinção do Exame, Andrey Cavalcante afirma que tal projeto além de ter caráter eleitoreiro e oportunista, deixa o cidadão a mercê de uma legião de subadvogados, que levarão serviços de segunda categoria.

Segundo Andrey Cavalcante a razão de existir tantos bacharéis que não conseguem aprovação, se deve ao baixo nível de ensino aplicado pelas faculdades que se proliferam sem qualquer controle. O Exame de Ordem, funciona como um filtro, permitindo que somente bacharéis tecnicamente preparados possam exercer a profissão.

Vale ressaltar que o processo foi considerado constitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em 2011, garantindo aos bacharéis aptos ao exercício da advocacia sejam inscritos na OAB - afastando a pretensão de que qualquer bacharel em direito, sem exibir conhecimento jurídico suficiente, possa advogar sem a aprovação.

Andrey afirma ainda que o fim do Exame não traria qualquer benefício nem aos bacharéis nem ao cidadão, significaria apenas, um grande retrocesso e um dano irreparável à sociedade brasileira, já que permitiria que aqueles que foram reprovados -  por não demonstrarem conhecimento técnico satisfatório -  pudessem apresentar-se como advogados. 

“Os deputados deveriam se aliar a OAB na luta pela melhoria do ensino jurídico, já que a grande maioria dos cursos de graduação em direito não atende as necessidades básicas para formação de um bacharel em direito. Os problemas vão muitas vezes desde a falta de biblioteca atualizada e ausência de professores qualificados para o ensino jurídico”, pontuou.

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Maria-Chuteira se revolta ao saber que ficou grávida de Sósia

A modelo Josie Cunningham (foto acima) revelou ter sido enganada por 18 meses por um homem que se fez passar por um jogador da Premier League. A americana publicou nas redes sociais que descobriu pouco antes de entrar no trabalho de parto o pai de sua filha era apenas um sósia de Curtis Davies (foto acima), zagueiro do Hull City.


“Eu me sinto suja, envergonhada e devastada. Fui completamente manipulada por um homem que se passava por jogador de futebol por 18 meses”, postou no Twitter.

Após ser alertada por seu agente, Rob Cooper, de uma suposta fraude, Josie pesquisou, comparou as imagens na internet e acabou descobrindo a verdade.

“Eu deixei um vigarista colocar as mãos em mim, me tocar com os lábios e encher minha cabeça com mentiras. Sinto-me fisicamente enganada. Tive relações sexuais com alguém que dizia ser alguém que não era”, desabafou.

Ela contou que conheceu o homem em abril do ano passado, em Leicester, e que seu primeiro contato foi após ela aparecer na capa de um jornal. Para facilitar a aproximação, ele a enviou uma foto do verdadeiro Curtis Davis, retirada da internet.

Ela chegou a dizer que “sabe que não é tão inteligente” e explicou que a relação não era tão assumida, o que facilitou o impostor a manter o disfarce. Cooper disse ao The Sun que ela está sofrendo com estresse e que sua cliente está em pedaços.

O verdadeiro Curtis Davies, 29 anos, assinou pelo Hull City no ano passado e vive com sua namorada Laura Deam. O clube se recusou a comentar o assunto.

Via Terra.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Trocava almoço e café por uísque, diz Hudson ao deixar Clínica

Cantor sertanejo que faz dupla com o irmão, Edson, passou sete meses internado em uma clínica em São Paulo. Músico foi internado a pedido do pai.



Quantas histórias você já ouviu sobre pessoas que conheceram a fama muito rapidamente e foram por ela iludidas? 

O nome nos jornais, muito dinheiro, carrão importado, apartamento de luxo, festas, sexo, drogas e a queda. Do auge do estrelato ao fundo do poço. E o sucesso dá lugar ao sofrimento solitário e destrutivo. Mas a história que vamos contar a partir de agora, é um bom exemplo de que é possível recomeçar a vida. Um recomeço difícil que tem que ser assegurado dia após dia.



“Eu via o diabo todo dia dentro de uma garrafa. Todo dia, eu trocava um almoço, meu café da manhã, por uma talagada de uísque. Aí, entrei nessa de cocaína. Acho que eu fui o primeiro artista no mundo sertanejo que botou a cara a tapa”, conta o cantor Hudson.

Foram sete meses internado em uma clínica de reabilitação na Região Metropolitana de São Paulo. “Eu fiquei entre a morte e a vida”, ele conta.

Na segunda-feira (22), o cantor sertanejo Hudson teve alta e ganhou uma nova chance. “Entre morrer e viver, eu preferi viver. E aqui foi onde eu aprendi a viver novamente. Acho que é o dia mais feliz da minha vida. Eu estou voltando para a sociedade, só que limpo, né?”, diz ele ao sair da clínica.

A família de Hudson também estava lá. A noiva, o pai e a mãe. Edson, o irmão e parceiro de palco, fez questão de acompanhar o momento. “Dá um gelo na barriga. Não vejo a rua faz sete meses”, conta Hudson.

A internação na clínica foi ideia do Seu Jerônimo, pai do Hudson. Ele percebeu que o filho estava sem controle. “Eu falei: ‘meu filho, o que que está acontecendo com você? Você esqueceu que a sua família é tão grande, você tem milhões de famílias que te amam e te adoram no Brasil’. Me emociono de falar. Aí, ele falou para mim: ‘Pai, eu não estou bom’”, lembra o pai de Hudson, Jerônimo Silva.

O músico não queria passar tanto tempo na clínica, mas o pai forçou o filho a ficar.

Fantástico: Você chegou a ficar chateado com isso?

Hudson: Logo que eu fui internado, eu fiquei muito chateado. Mas, hoje, eu vejo, assim, que foi um ato de amor.

Jerônimo: Eu fiz a coisa mais certa da minha vida, salvar um filho.

Ele e a noiva seguiram para Limeira, interior de São Paulo. Eles moram juntos lá.

Fantástico: Da sua casa, especialmente, do que que mais você sentiu falta?

Hudson: Acho que dos lagos, de pescar. Não sei nem o que falar. É muito grande aqui, tem 50 mil metros. Eu não dava valor em nada disso, eu não enxergava como eu enxergo hoje.

Fantástico: Você acha que se você não tivesse buscado o tratamento, como é que você estaria hoje?

Hudson: Morto, com certeza. Porque foi através do tratamento, que eu descobri a lesão que eu tinha no fígado. Tive duas lesões no cérebro, uma do lado direito, uma do lado esquerdo.
Consequência do uso de drogas e álcool desde muito cedo. “A cocaína entrou na minha vida, feio mesmo assim, quando eu comecei a trabalhar demais”, ele lembra.

Hudson começou a cantar com o irmão Edson ainda criança. Já são 35 anos de carreira. Juntos, formaram uma dupla de sucesso. Chegaram a se separar por dois anos, entre 2009 e 2011. Edson seguiu carreira solo.

Depois, voltaram a cantar juntos. No começo desse ano, a carreira foi interrompida mais uma vez. O vício de Hudson começou a ficar incontrolável por causa de uma tragédia pessoal.

“Por causa do suicídio da Larissa. Aí eu vi que eu tinha caído em um buraco mesmo, sozinho eu não conseguia”, ele conta.

Larissa foi uma das esposas do cantor. Ela se matou em 2012. “Quando houve essa tragédia na minha vida, aí eu comecei a usar todo dia. Uísque, eu não tomava nem na xícara mais. Tomava no bico mesmo. Eu dormia com a garrafa do lado da cama, entendeu? Acordava e já bebia de novo. Descontrole total, descontrole total”, ele diz.
Em 2013, Hudson foi preso duas vezes no mesmo dia por porte ilegal de armas. Ele diz que é colecionador.

“Eu sentia a culpa de ter, de repente, estragado a carreira por causa daquilo, entendeu?”, lembra Hudson.

Ele ficou muito perto da morte: “Tive 12 overdoses. Na maioria das vezes, tinha gente perto, os amigos, tal. A última overdose que eu tive, quem me levou para o hospital foi a Thayra”, revela.

Thayra, a noiva 24 anos mais nova, fez o cantor mudar. “Eu conheci a Thayra e quis mudar de vida. ‘Você tem que ter um homem do seu lado, não quero que você tenha um drogado’”, ele diz.

“Estou feliz, orgulhosa dele. Um vencedor, né?!”, diz Thayra Machado, noiva de Hudson.

“Eu me sinto 100% recuperado. Sinceramente eu tenho medo de uma recaída. Não adianta eu ser hipócrita de falar que eu não tenho medo, porque eu tenho medo sim. Mas esse medo é bom, é esse medo é que vai me manter afastado”, ele destaca.

Ele não ficou com sequelas. Com a desintoxicação, os problemas no fígado e as lesões no cérebro desapareceram.

“Ele está bem, está em um momento bom. Nós não acreditamos na cura, a gente acredita que é uma doença progressiva, incurável e fatal, e que ele precisa continuar fazer a manutenção para o resto da vida”, avalia o psicoterapeuta Alexandre Cardoso Castanheira.

Desde março, o Hudson não pisava em um estúdio. Ele foi até um em São Paulo com o irmão Edson e com a banda. “Estava com muita saudade”, conta Hudson.

O sertanejo com jeitão de roqueiro não demorou para se sentir à vontade. A dupla já vai lançar um disco novo. O Hudson gravou as músicas do CD em um estúdio improvisado dentro da clínica de recuperação.

Em novembro, Edson e Hudson botam o pé na estrada. “Eu sempre senti aquele friozinho na barriga, mas, dessa vez, o friozinho está um ‘Polo Norte’ na barriga”, ele brinca
Friozinho de quem quer subir agora no palco de um outro jeito.

“É muito mais maluco você estar sem usar nada. Quando você está sóbrio, você enxerga a vida como ela é”, diz Hudson.



No Dia do Surdo, blitz educativa pede respeito no trânsito

Os surdos também fazem parte do trânsito. Conheça a legislação!’, foi o tema da blitz. Cerca de 50 pessoas fizeram parte da ação.

Com a ideia de conscientizar a população para a importância do respeito no trânsito, cerca de 50 pessoas surdas e alunos da rede pública de Cacoal (RO) [município distante 480 quilômetros de Porto Velho] realizaram, no Centro da cidade, uma blitz educativa, com o tema: ‘Os surdos também fazem parte do trânsito. Conheça a legislação!’.  O Dia Nacional dos Surdos é comemorado nesta sexta-feira (26), e a blitz é uma das atividades da Semana Nacional de Trânsito, no município.


Segundo a educadora de trânsito Lucen Baine, os surdos também podem tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), e é importante que as pessoas que não têm problemas auditivos conheçam o símbolo de trânsito que identifica um portador. Ela ressalta que acidentes podem ser evitados se todos procurarem conhecer o símbolo.

Habilitado há seis anos, o entregador Vanildo Inácio Rodrigues, de 36 anos, é surdo e confessa que não se sente seguro ao trafegar pelas ruas de Cacoal. Vanildo guia uma motocicleta e reclama que, por muitas vezes, já se sentiu desprezado no trânsito.

“Eu não ouço os motoristas buzinando, e apesar de eu ter na minha moto o símbolo indicando que sou surdo, as pessoas desconhecem. Já passei por muitas situações de ouvintes me xingar na rua e eu pedir desculpa, por ser deficiente e não ter conseguido ouvir”, lamenta Vanildo.

Odirlei Pegararo, de 30 anos, é professor de libras. Deficiente auditivo, reclama que o que falta é informação aos ouvintes, que desconhecem o símbolo da deficiência. “O trânsito também foi feito para nós surdos e as pessoas precisam começar a ter sensibilidade. Acredito que o que está faltando, são ações públicas ensinando os ouvintes sobre os direitos e os cuidados no trânsito em relação aos surdos”, sugere o professor.

Para a intérprete de libras Marinalva Alves Martiliano, no trânsito todos precisam ser respeitados, independente das limitações. Ela sugere aos ouvintes que, ao verem o sinal indicativo que há um surdo no trânsito, ao invés de emitirem alertas sonoros, como buzinas, utilizarem os sinais de luz, o que poderá evitar acidentes.

Ao G1 a educadora de trânsito da Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito Lucen Baine, disse que ações educativas são importantes para que as pessoas se eduquem, e ensina que o adesivo que indica que há um surdo na direção é composto pelo desenho de uma orelha.

“De acordo com a Lei nº 8.160/91 art.1º não é obrigatório que os surdos coloquem em seus veículos o adesivo indicando que são surdos, mas é importante, para que as pessoas saibam que há um surdo no trânsito”, disse Lucen, garantindo que em Cacoal os surdos fazem o uso do adesivo.

Magda Oliveira
Do G1 RO

Feira expõe produtos com descontos de até 80% e atrai clientes

Cacoal Liquida reúne 34 empresas do município e de Ariquemes. Feira teve início neste sábado, 27, e segue até o domingo, 28.

Até o próximo domingo (28), está sendo realizada a 8ª Feira Comercial e Exposição Cacoal Liquida, no salão de eventos da igreja Matriz, no Centro de Cacoal (RO), cidade distante cerca de 480 quilômetros de Porto Velho. O evento reúne 34 empresas comerciais do município e também de Ariquemes (RO), que vendem mercadorias com descontos de até 80%.


A feira atrai pessoas de toda a região, como a estudante Amanda Tauane Souza Silva Lima, de 17 anos, que buscou produtos a baixo custo. “Eu estou gostando muito da feira, está bem organizada e eu consegui sair com as minhas sacolas cheias de roupas, com um preço bem menor do que o praticado no mercado”, disse a jovem.

Bons negócios também para os comerciantes. “É importante para o comerciante que com a queima de estoque consegue gerar dinheiro, e para a população, pois adquirem produtos de qualidade com um preço mais em conta”, avalia o empresário Clevison Oliveira Pinto.

De acordo com o gerente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Cacoal, Thiago Silva, a feira está sendo realizada no final do mês de setembro, para que os comerciantes participantes possam vender as mercadorias estocadas e tenham espaço e capital, para renovarem os produtos para as vendas de fim de ano.

O evento teve início às 10h deste sábado (27) e será encerrado às 17h de domingo. A expectativa da CDL é que mais de 20 mil pessoas passem pela feira este ano.

Em 2013, durante os dois dias do evento, cerca de R$ 350 mil circularam na feira, com a venda de roupas, brinquedos, calçados, entre outros produtos.

Magda Oliveira
Do G1 RO

Queimada urbana é tema de palestras ministradas para alunos

Palestras foram ministradas por equipe da Secretaria de Meio Ambiente. Alunos vão orientar comunidade sobre prejuízos do ato de colocar fogo.

Mais de 900 alunos de uma escola estadual de Cacoal (RO), município distante 480 quilômetros de Porto Velho, participaram, na última semana, de palestras com o objetivo de receber orientações sobre os prejuízos causados pelas queimadas urbanas. A iniciativa é da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma), em parceria com um cartório particular.


Para o aluno João Vitor Santos da Silva, de 18 anos, receber esse tipo de informação é importante. “Muitas pessoas não tem acesso a informação, e tendo orientação nós vamos repassar o aprendizado aos nossos familiares, contando que eles nos ajudem a construir uma corrente contra as queimadas urbanas”, disse o aluno.

Segundo dados da Semma, entre os meses de abril a junho deste ano, mais de 30 moradores da área urbana de Cacoal foram notificados por queimadas irregulares. De acordo com o biólogo Artur Borgonhoni, uma boa parte dessas notificações são para pessoas que desconhecem que aquelas pequenas queimadas realizadas nos fundos dos quintais também se caracterizam como crime ambiental.
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“As pessoas acreditam que, pelo fato do terreno ser de propriedade particular podem fazer o que quiserem, mas na prática não é assim que funciona. Mesmo aqueles pequenos montinhos de folhas queimadas no fundo do quintal, pode gerar uma multa para o infrator”, informa Borgonhoni.

Dentre as orientações passadas aos alunos pela equipe da Semma, estavam as medidas preventivas relacionadas a queimadas; notificações aplicadas e autuações. Caso as pessoas sejam flagradas pela fiscalização da Semma cometendo crime ambiental, inicialmente é aplicada uma notificação. Se houver reincidência, o infrator pode receber uma multa no valor de R$ 78,07 Unidades Fiscais de Referência (UFIRs), que poderá aumentar de acordo com a gravidade da queimada.

As orientações foram dadas nos três períodos de aula. Além da Escola Cora Coralina, outras instituições de ensino também irão receber a equipe da Secretaria de Meio Ambiente, para falar sobre queimadas.

Magda Oliveira
Do G1 RO

Juíza derruba decreto de prefeito e invasão do HSDC se torna ilegal

Juíza deferiu a liminar que suspende os efeitos do decreto. 

Em uma reviravolta no caso da “invasão na madrugada” uma primeira informação foi repassada para Cacoal de que havia sido dado a reintegração de posse para a Assdaco para que voltasse a administrar o hospital São Daniel Comboni.

Na realidade aJuíza Substitua Ane Bruinjé, deferiu a liminar movida para suspender os efeitos do Decreto Municipal n. 5.365/PMC/14, ou seja, o decreto que o prefeito assinou no inicio da semana passada perdeu sua valia e isso gera o fato de que a “invasão” do HSDC não tem validade legal, contrário ao que dizem os agentes da prefeitura.


Desta forma, a prefeitura deve se abster de requisitar bens e serviços de pessoas natural ou jurídica sob a motivação de "estado de perigo iminente com risco efetivo de solução de continuidade de serviços públicos de saúde no setor hospitalar" constante no Decreto 5.365/2014, sob pena de incorrer em crime de desobediência, nos termos do art. 26 da Lei 12.016/09.

Agora, mediante esta derrubada do decreto, a Assdaco e a justiça terão de promover um processo para que a posse do prédio e da administração volte para o comando da associação. Entretanto este processo pode ser demorado.

Segundo informações levantadas na noite deste domingo, 28, representantes do CREMERO – Conselho Regional de Medicina de Rondônia – estariam chegando em Cacoal na tarde desta segunda para acompanhar de perto este processo de ocupação que a prefeitura fez e também os próximos passos a serem dados no caso da “invasão na madrugada”.

Claudemir Borgh, presidente da Assdaco, em entrevista na noite de domingo, afirmou que agora a associação irá fazer o que é necessário para dar um bom encaminhamento neste processo que pode custar retrocesso de muitas conquistas da Asdaco nestes dez anos de trabalho no HSDC.

Autor: Marcelo Nery
Fonte: Redação Tribuna Popular

Pacientes do HSDC podem perder alimentação

Corte de energia em muitos setores desligou refrigeradores e alimentos podem estragar. 

Com a ocupação do Hospital São Daniel Comboni na madrugada deste domingo, 28, pela prefeitura de Cacoal, alguns atos por parte da equipe que comandou a instalação dos hospitais Unidade Mista e Materno Infantil nos seis pavilhões do setor pós-cirúrgico acabaram por prejudicar os pacientes do setor de oncologia, que até então eram devidamente cuidados pela equipe da Assdaco.


Durante o processo de ocupação a energia elétrica de quase todos os pavilhões foi cortada e entre estes pavilhões estava o setor de cozinha que tinha nos refrigeradores alimentos que são destinados para os pacientes.


De acordo com Cleane Possmoser, administradora do Hospital pela Assdaco, os alimentos que estavam nos refrigeradores acabaram entrando em um processo de descongelamento. “Nesta manhã vimos que a cozinha estava sem energia. Verificamos que os alimentos que temos para os pacientes oncológicos estavam descongelando e que tinha muita água deste descongelamento no chão da cozinha. Efetuamos, na medida do possível a transferência destes alimentos para outra geladeira mas não irá caber tudo. As carnes são nossa principal preocupação”, afirmou Cleane.

De acordo com uma nutricionista do local, as carnes não podem sofrer alteração de temperatura e não serem consumidas rapidamente. “O correto seria que as carnes fiquem congeladas para que não percam suas propriedades. Se houver um descongelamento e depois um congelamento isso pode afetar a qualidade do alimento além de aumentar o risco de deterioração ou contaminação”, disse a nutricionista.


Muitos alimentos agora estragam e põem em risco a alimentação dos pacientes nos próximos dois dias.

“Além da falta de energia elétrica agora estamos sem água em todo o hospital. Isso é ruim para os pacientes do HSDC como os da UMC e do HMMI”, disse Cleane e complementou: “Ainda percebemos que uma das portas foi arrombada, Não sabemos mais o que fazer ou o que esperar disso tudo”.

Autor: Marcelo Nery
Fonte: Redação Tribuna Popular

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