Muito legal: inventaram uma rede social para quem tem (ou teve) câncer se ajudar na luta contra a doença

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Os últimos posts foram muito tensos, então resolvi começar o dia de hoje com uma notícia super do bem. Olha que legal: lançaram aqui em São Paulo nesta semana uma rede social para reunir pessoas que estão se tratando — ou já se curaram — de câncer. É como um Facebook, com perfilzinho, só que a ideia é trocar apoio, dividir as experiências e enfrentar juntos a doença. O nome é Coneccte e, claro, a participação é gratuita (www.coneccte.com.br).

 Capri: câncer de pulmão diagnosticado em 1999 (Fotos: Leo Franco/AgNews)

Quem já enfrentou qualquer tipo de tumor (ou viu um parente passar por isso), sabe a importância da solidariedade. Para vocês terem uma ideia da importância de se formar um grupo de apoio: estima-se que cerca de 30% das pessoas que têm câncer sofrem de algum nível de depressão. "Para pacientes oncológicos, sentir-se acolhido e trocar experiências é uma das maneiras de tentar driblar qualquer transtorno psicológico", afirma George Schahin, presidente do Hospital Santa Paula, que encabeça a iniciativa.  

Tas e Joyce Muito legal: inventaram uma rede social para quem tem (ou teve) câncer se ajudar na luta contra a doença

O lançamento teve participação de alguns famosos:  o apresentador Marcelo Tas, que foi falar sobre sua vivência em redes sociais, além da jornalista Joyce Pascowitch e do ator Herson Capri, que tiveram câncer e venceram a batalha. Olha que legais os depoimentos deles:

"Em 1999,  descobri que estava com câncer de pulmão — comecei a fumar bem jovem, com 15 anos, e só parei em 1994. É muito mais fácil administrar o medo ao falar do problema com outras pessoas. O afeto da família e dos amigos é fundamental nesta fase. A pessoa que mais me deu apoio foi minha sogra, que tinha passado por um câncer de mama. Hoje estou bem e, surpreendentemente, o câncer me fez ser uma pessoa muito melhor, mais tolerante, mais bem humorado, mais calmo. Não me irrito mais como antes."(Herson Capri)

 "O importante durante o tratamento, que é tão difícil, é manter elos e conexões com pessoas como a gente. Para todos se sentirem acolhidos.Posso repetir o que meu oncologista me disse na primeira consulta, quando eu tratava um câncer de mama, em 2008: que 100% dos pacientes dele ficaram muito mais felizes depois do tratamento. Isso não é pouca coisa. Descobriram o verdadeiro prazer de estar bem. O momento é difícil, sim, mas tudo isso passa. E, quando a gente enxerga depois, vê o quanto é forte, especial, único. E que nós temos, sim, a força." (Joyce Pascowitch)

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