Universitária que atropelou e matou 3 pessoas se envolve em novo acidente de trânsito.

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Universitária que já tinha atropelado e matado 3 pessoas, se envolve em novo acidente de trânsito.

Em março de 2012, a estudante de Direito Amanda Cruz, de 22 anos, causou um acidente no bairro de Cajazeiras, em Fortaleza, que culminou com a morte de 3 pessoas e uma delas estava grávida. O acidente gerou grande revolta na época e Amanda Cruz passou 4 meses no Instituto Penal Feminino (IPF) Auri Moura Costa, em Aquiraz. Indiciada por homicídio doloso a jovem conquistou a liberdade, quando a Juíza Cristiana Braga Magalhães Cabral, julgou que se tratava de homicídio culposo e que a estudante não havia tido intenção de matar.


Universitária  em novo acidente

Na última sexta-feira, dia 10, a jovem foi internada em estado grave no Instituto Doutor José Frota (IJF), centro de Fortaleza, após se envolver em outro acidente. O carro em que ela dirigia colidiu com uma caminhonete no quilômetro 3 da BR-116 (Fortaleza).

Segundo o Departamento Estadual de Trânsito (Detran/CE), Amanda não perdeu a carteira de habilitação porque não havia nenhuma determinação judicial. O advogado da jovem também assegurou que ela possui Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e que pode dirigir sem nenhum problema, porque não houve suspensão da habilitação.

Ainda não foram detectadas as causas desse novo acidente. Sabe-se, apenas, que Amanda estava dirigindo a caminho da faculdade onde cursa Direito. O advogado da jovem, Chagas Alves, afirmou que algumas pessoas comentaram que Amanda teria desmaiado pouco tempo antes do acidente.

Enquanto aguardam o resultado das investigações, familiares das vítimas fatais do acidente de 2012, lembram que a jovem só passou 4 meses presa e que ganhou a liberdadr por ser universitária e ter residência fixa. No acidente de 17 de março de 2012, Amanda saiu da pista, colidiu com um poste e atropelou a grávida Marcilene Silva Maia, de 17 anos, Ana Rafaela da Silva Maia, de 1 ano e 7 meses, e José Flávio Bezerra, de 56 anos. Todos morreram na hora.


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