7 municípios de Rondônia correm risco de epidemia de dengue

Enviar no WhatsApp
Sete municípios de Rondônia correm risco de ter epidemia de dengue: Buritis, Campo Novo de Rondônia, Colorado do Oeste, Costa Marques, Cujubim, Itapuã do Oeste e São Francisco do Guaporé. Outras vinte e seis cidades estão em estado de alerta, inclusive a capital Porto Velho. Os dados são do Boletim de Resposta Coordenada no Monitoramento da Dengue da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa).


De acordo com o levantamento, os municípios que estão em situação de alerta são Porto Velho, Alto Alegre dos Parecis, Alvorada d'Oeste, Ariquemes, Cabixi, Cacoal, Corumbiara, Espigão d'Oeste, Guajará-Mirim, Jaru, Ji-Paraná, Machadinho d'Oeste, Nova Brasilândia d'Oeste, Nova Mamoré, Novo Horizonte do Oeste, Ouro Preto do Oeste, Parecis, Pimenta Bueno, Presidente Médici, Rio Crespo, Rolim de Moura, São Miguel do Guaporé, Seringueiras, Urupá, Vale do Anari e Vale do Paraíso. As outras 19 cidades estão em situação satisfatória, ou seja, o índice de larvas de mosquitos apresentados estão abaixo de 1%.

Os municípios classificadas como em situação de alerta apresentam larvas do mosquito entre 1% e 3,9% dos imóveis pesquisados, enquanto as que se enquadram em situação de risco mostram índices superiores a 3,9%. Esses dados estão no levantamento feito pela secretaria que identifica os bairros onde estão concentrados os focos de reprodução do mosquito transmissor da doença de forma a  proporcionar informação qualificada para a atuação das prefeituras nas ações de prevenção.

De acordo com a diretora geral da Agevisa, Arlete Baldez, o estado está em condições de atender qualquer tipo de alerta. "Temos inseticida e óleo vegetal, frota de veículos acoplados com bomba de veneno, equipes de profissionais capacitados e controle de índices monitorado diariamente", relata. Até novembro deste ano, 4.015 casos de dengue foram notificados no Estado.


Segundo Baldez, a meta é que todos os municípios atinjam índice abaixo de 1% para evitar outro risco: a dengue chikungunya. "Se conseguirmos baixar esses índices de infestação, não teremos uma situação grave caso a dengue chikungunya chegue em Rondônia, pois é só uma questão de tempo", ressalta.

A diretora ressalta que, sem a ajuda da comunidade na luta contra a dengue, os resultados não serão alcançados. "Nosso principal problema é o lixo, especialmente doméstico. Itens como tampinha de garrafa, casca de ovo, garrafa pet, latas são potenciais reservatórios para larvas se reproduzir", alerta.  De acordo com a diretora, é necessário vistoriar casa, quintal, e atentar para os dias certos que o caminhão de lixo passa para evitar que animais rasguem o lixo.

Risco no país

De acordo com atualização do Levantamento Rápido do Índice de Infestação pelo Aedes aegypti (LirAa), divulgada pelo Ministério da Saúde nesta terça (18), o número de municípios que correm risco de ter uma epidemia de dengue em todo o país subiu de 125 para 135 e os municípios considerados em alerta para a doença passaram de 552 para 612.

    Opiniões
    Opiniões

0 Comentários:

Postar um comentário

Não aceitamos:

- Agressões e insultos contra autores, outros comentaristas e personagens citados nas colunas e matérias
- Declarações sexistas, xenófobas ou racistas
- Informações falsas
- Propaganda comercial
- Evite digitar em Maiúsculo

 
Copyright © 2016. Cacoal NEWS Todos os Direitos Reservados
Du Pessoa© Web Sites (69) 9366 7066 WhatsApp | www.dupessoa.com.br