BR-364 é Fechada novamente por Manifestantes

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Durante a campanha da farsa eleitoral Dilma PT garantiu que não mexeria nos direitos dos trabalhadores. Mas nem bem tomou posse a presidenta anunciou medidas anti-povo como: aumento do preço dos combustíveis, aumento de impostos, aumento de tarifas de energia e água, aumento das taxas de juros, corte de recursos para educação, saúde e reforma agrária,  corte de direitos trabalhistas como seguro desemprego, pensão por morte, auxílio doença e aposentadoria. 


Na verdade estas medidas anti-povo já estavam definidas bem antes das eleições e seriam anunciadas por qualquer um que fosse eleito. São medidas para proteger os interesses dos grandes monopólios e garantir seu superlucro em tempo de grave crise econômica mundial.

A crise no Brasil é grave! Ela é resultado das políticas econômicas ditadas pelo FMI/Banco Mundial e que foram aplicadas pelos sucessivos governos como Sarney, Collor-Itamar, FHC, Lula-Dilma.


Nos últimos 12 anos em especial o PT aprofundou a subjugação do país ao capital financeiro internacional. Garantiu o maior lucro da história aos grandes bancos, isentou de impostos as montadoras de carros, criou grandes obras superfaturadas para enriquecer as empreiteiras. Financiou com bilhões o chamado agronegócio transformando o Brasil em simples exportador de matéria prima barata. Ou seja, atenderam todos os interesses do imperialismo, da grande burguesia e do latifúndio.


Como resultado desta política criminosa o país vive uma completa desindustrialização, ou seja, hoje o Brasil importa quase tudo (inclusive alimentos) e também uma desnacionalização da economia onde os monopólios estrangeiros (bancos, montadoras, mineradoras) dominam tudo impedindo o desenvolvimento da indústria nacional.

Para enganar o povo o PT criou programas assistencialistas como bolsa família e minha casa minha vida entre outros. Estimulou o consumo baseado no crédito gerando o endividamento de milhões de famílias em todo país. Por outro lado Lula/Dilma e seus aliados criminalizaram todos os protestos e lutas populares como nas greves operárias por melhores salários e condições de trabalho nas obras do PAC como nas usinas de Jirau e Santo Antônio (RO), Belo Monte (PA) e outras. Reprimiram e criminalizaram a juventude combatente nos protestos contra a Copa da FIFA em 2013 e 2014. 


Mas é na questão agrária é onde fica mais claro toda a traição de Lula/PT que passou 20 anos dizendo que se um dia fosse eleito faria a reforma agrária no país. Na prática assentaram menos famílias que FHC, e aprofundaram a repressão aos camponeses em luta pela terra com desmobilização, criminalização, perseguição e assassinatos de lideranças e ativistas camponeses e indígenas, autorizando Exercito, Força Nacional e Polícia Federal a realizarem despejos e reintegrações de posse violentas e fazendo vistas grossas para os bandos armados a serviço dos latifundiários. 

A revolta já começou

Diante dos recentes escândalos de corrupção na Petrobras e temendo o crescimento dos protestos o governo e movimentos atrelados ao PT como a CUT, MST, UNE-Levante Popular defendem como solução de todos os males a necessidade de uma reforma política. Mas que reforma política pode sair dos poderes Legislativo, Executivo ou Judiciário corruptos até o tutano? Nenhuma que não seja para manter e perpetuar os interesses de suas quadrilhas e dos monopólios que representam.


Já a oposição PSDB/DEM e outros defendem que a saída seria o impeachment de Dilma. Mas todos estes partidos já estiveram no poder e nada fizeram a não ser piorar a vida do povo. Portanto Reforma política e impeachment são formas de mudar apenas a aparência e manter as coisas como estão. É como pintar uma casa que está caindo de velha.

Em todo o país os trabalhadores se levantam em protestos, greves, manifestações como é o caso recente da greve dos caminhoneiros, a greve dos professores no Paraná e São Paulo, greve dos metalúrgicos e a greve dos garis no Rio de Janeiro e as manifestações que ocorreram em março em todo o país e que são um claro sinal de que o povo está cansado de tanta mentira, abuso e enganação.  Quanto maior a crise, maiores serão os protestos.

O que o Brasil precisa é de uma Grande Revolução que realize as transformações necessárias e que nunca serão realizadas pelas classes dominantes e seus partidos políticos eleitoreiros.

A crise em Rondônia

Em Rondônia a crise já atingiu de cheio os pequenos e médios comerciantes, o desemprego cresceu, aumentaram os preços de alimentos, remédios, aluguel e transporte. Ao mesmo tempo o preço do leite e outros produtos caíram fazendo as vendas no comércio diminuírem ainda mais. As áreas rurais sofrem com péssimas estradas, sofrem com a falta de energia elétrica, perseguição aos pequenos produtores com multas pesadas, falta de uma política de preços justos, fechamento das escolas nas áreas rurais e precarização do ensino público. 


Governo do estado e as prefeituras estão falidos, são incapazes de resolver os problemas do povo, porque governam apenas para os interesses de seus grupos. As cidades acumulam problemas como ruas esburacadas, falta de saneamento, faltam médicos, professores, hospitais e postos de saúde. A principal estrada de Rondônia assim como quase todas as outras estão esburacadas, causando enormes prejuízos aos caminhoneiros e toda a população. O funcionalismo público principalmente os professores acumulam perdas salariais e trabalhistas. O caminho é aumentar o protesto popular!

A Revolução Agrária vai cortar e entregar terras

Nos últimos anos se desmascarou por completo a falência da “reforma agrária do governo”, centenas de famílias tomaram terras e cortaram por conta sem esperar pela enrolação do INCRA. Foi assim que as famílias conquistaram suas terras em Corumbiara, Seringueiras, Buritis, Ariquemes, Monte Negro, Rio Pardo, Campo Novo, Jacinópolis, Theobroma e assim que outras famílias já estão acampadas ou se mobilizando para novas tomadas. Diante da crise a única saída para os pobres da cidade e do campo é aumentar as tomadas de terra.

Diante de tudo isso a Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia e Amazônia Ocidental convoca a todos os trabalhadores que estão desempregados ou com dificuldades de sustentar sua família para se preparar para uma grande tomada de terras na região. A Revolução Agrária vai tomar grandes áreas, cortar centenas de lotes e entregar aos camponeses pobres sem terra ou com pouca terra para que possam viver, trabalhar e produzir com dignidade.

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