Índice de infestação do mosquito Aedes aegypti diminui em Cacoal

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Em janeiro o índice foi de 6,5%; em março o número baixou para 3,3%. Índice atual ainda representa médio risco de infestação da dengue.

O segundo relatório do ano, do Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti, (LIRAa),  realizado pelo Setor de Endemias de Cacoal (RO), a 480 quilômetros de Porto Velho, mostrou que houve uma diminuição de 50% no índice de infestação no município. De acordo com o coordenador de endemias, Flaviano Melo, o índice atual que aponta 3,3% de infestação ainda representa médio risco de infestação da dengue.

O medo de epidemia da doença no município, levou o setor e a própria população a tomar cuidados maiores (Foto: Magda Oliveira/G1)

Flaviano conta que o primeiro relatório do LIRAa foi apresentado em janeiro de 2015, e apontou 6,5% de índice de infestação para a dengue. Este número foi considerado pelo Ministério da Saúde de alto risco. O medo de epidemia da doença no município, levou o setor e a própria população a tomarem maiores cuidados.

Lixo doméstico e caixas de água no chão foram considerados os principais criadouros dos mosquitos 

“Nós intensificamos nosso trabalho de visitas nas residências, passamos a utilizar um ‘fumacê’ chamado de UBV [Ultra Baixo Volume], que é uma neblina acoplada em cima de um carro, que realiza o trabalho melhor de dedetização, pois atinge uma maior área de abrangência”, explicou Flaviano, acreditando ser esse o motivo da diminuição do índice.

Lixo doméstico e caixas de água no chão foram considerados os principais criadouros dos mosquitos  (Foto: Magda Oliveira/G1)
Lixo doméstico e caixas de água no chão foram considerados os principais criadouros dos mosquitos na cidade. O coordenador explica que quando se fala em lixo doméstico, não quer dizer que o lixo da residência esteja espalhado, mas que apenas uma pequena lata, ou até tampa de garrafa pode se tornar um criadouro, e é considerado lixo doméstico pelo setor.

“É importante que a população limpe o quintal sempre que possível e elimine qualquer tipo de objeto que possa se tornar um criadouro do mosquito. As caixas de água também precisam ficar bem lacradas para evitar a proliferação”, destacou Flaviano.

Apesar do relatório ter apresentado um alto índice em janeiro, Cacoal ainda não registrou nenhum caso de dengue confirmada até o momento. O próximo relatório do LIRAa será realizado no mês de outubro.

LIRAa é um levantamento divulgado pelo Ministério da Saúde e monitora imóveis dos municípios através de amostragem. Em Cacoal, 48 bairros foram monitorados.

Magda Oliveira
Do G1 RO

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