Frigorífico é condenado por revistar mochila de empregado, em Rondônia

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No interior de Rondônia, no município de São Miguel do Guaporé, distante cerca de 520 quilômetros de Porto Velho, um frigorífico foi condenado pela Vara do Trabalho do município a indenizar um funcionário em R$ 5 mil, por danos morais, após a vítima ter a bolsa revistada de uma forma "exploratória".


De acordo com a vítima, ao sair do expediente, um outro funcionário do frigorífico pediu para que o rapaz fosse até uma sala, pediram sua mochila e, após realizar a revista visual, tiraram alguns objetos de dentro da bolsa, na suspeita de que o homem estaria levando algo da empresa.

Em justificativa, a empresa afirmou que a revista visual é realizada diariamente com todos os funcionários que possuam algum tipo de bolsa ou sacola, sendo que a pessoa que realiza a revista visual não pode tocar nos objetos pessoais, e precisa ser necessariamente do mesmo sexo do empregado que está saindo da empresa.

Luciana Mendes Assumpção, juíza do trabalho substituta, diz que a revista pessoal é admitida, mas da forma em que ocorreu, torna-se ilegal. De acordo com a magistrada, ao se escolher um funcionário para realizar a revista, deve-se ser criterioso nos objetivos para a escolha. "Se um é revistado, todos devem ser, para que este não se sinta constrangido, humilhado e para evitar que, aqueles que não foram revistados, não fiquem questionando e supondo os motivos da revista do colega de trabalho", disse Assumpção. O frigorífico deve recorrer da decisão

Fonte: G1/RO

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