Profissionais de saúde de Cacoal são capacitados sobre tuberculose

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Participam enfermeiros e médicos do Programa Mais Médicos. O treinamento teve inicio na terça, 28, e segue até quinta, 30.

Cerca de 50 profissionais da saúde, que atuam na atenção básica, em Cacoal (RO) e região participam de uma capacitação sobre Tuberculose. O treinamento promovido pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesau) teve início na terça-feira (28) e segue até a quinta-feira (30). Entre os participantes estão técnicos de enfermagem, enfermeiros e médicos do Programa Mais Médicos.

Médica diz que população deve ficar atenta aos sintomas como tosse por mais de três semanas, dor no peito, falta de ar e fraqueza (Foto: Rogério Aderbal/G1)

De acordo com a coordenadora estadual de controle a Tuberculose, Nilda de Oliveira Barros, a capacitação tem por objetivo preparar os profissionais para que possam identificar com maior facilidade os casos da doença, em seus municípios. “Muitas pessoas pensam que a tuberculose é uma doença do passado, e por isso não dão muita atenção a ela, inclusive profissionais de saúde, e com isso, acabam confundido com outras doenças passageiras. Após essa capacitação terão mais sensibilidade para identificar a doença ainda em seu estágio inicial, fator que facilita o tratamento”, relata.

Segundo a coordenadora, o número de casos notificados em Rondônia tem aumentado nos últimos anos. Só em 2014 foram 745 casos, com nove mortes. Em Cacoal foram 32 casos e duas mortes notificadas. A profissional alerta que esse índice pode ser bem maior, tendo em vista que muitos casos não são notificados. “Nosso maior desafio e fazer com que o paciente conclua o tratamento que é de seis meses. Ele chega debilitado, recebe os primeiros atendimentos, melhora um pouco e abandona os cuidados, e assim a doença retorna e a pessoa pode morrer”, alerta.

Para o médico cubano Alberto Otero, que atua no município de Espigão  Oeste, a capacitação possibilita novos conhecimentos que ajudam a um diagnóstico melhor dos pacientes. “Este é um momento de troca de experiências, o que é muito importante para profissionais e pacientes que receberão um tratamento mais qualificado e humano”, relata.

De acordo com a médica de Cacoal, Amália Milani, para que haja um controle da doença é importante que pessoas próximas dele também sejam acompanhadas, já que a doença é infecto contagiosa. "A população deve ficar atenta aos sintomas como tosse por mais de três semanas, dor no peito, falta de ar e fraqueza. O 

Rogério Aderbal
Do G1 RO
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