A imprensa que não fala a verdade é uma imprensa vagabunda, diz Padre Franco

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Com oito votos a favor, e quatro contra, foi arquivado o processo que tinha o objetivo de cassar o mandato do prefeito de Cacoal Francesco Vialetto ( PT). Acompanhado por seu secretariado o prefeito, sentado na primeira fila do plenário da Câmara Municipal acompanhou a sessão extraordinária ocorrida na última quarta-feira (16) prestigiada pela população, que também acompanhou pelo telão na parte externa da casa de leis.


O advogado de defesa Sidnei Sotelle, discorreu durante pouco mais de uma hora sobre a história de vida do prefeito, demonstrando a idoneidade durante toda trajetória de Franco durante os 43 anos dedicados ao município de Cacoal. “Como pode uma pessoa que doou toda a sua herança para o povo, querer para si algo de outrem? “, indagou o advogado. Em outro trecho a defesa utilizou a inexistência de denúncia contra o Prefeito por parte do Ministério Público Federal e da Polícia Civil. “Se o Prefeito foi omisso, porque então o MPF e a Polícia Civil não o denunciaram durante a operação deflagrada no município? Foram omissos os promotores de justiça?”, questionou Sotelle.

Assista a entrevista na íntegra


Entre vaias e aplausos o público presente acompanhou o discurso dos vereadores, Adailton Fúria, Celso Adame, Rafael Evangelista e Mário Moreira ( Jabá), os únicos que manifestaram o desejo de usar a plenária. O vereador Jabá declarou em seu discurso que “...a politicagem tem atrapalhado e paralisado o município em prol daqueles que se dizem honestos, mas que nos bastidores só querem saber dos seus próprios benefícios ”, disse.

Citando a vereadora Maria Simões - denunciante do processo e que não pode participar da votação devido o regimento interno da Câmara - como ‘Paladina da Moralidade’, a defesa colocou em dúvida a credibilidade da mesma, citando as denúncias de crime de falsidade ideológica que investiga a parlamentar, Clodoaldo Simões e Jonas Quieza da Silva, irmão e marido de Maria respectivamente, relacionados com a empresa Quieza & Simões Ltda que atua no município de Rondolândia no Estado de Mato Grosso. “Não podendo atuar sua rede de interesses em Cacoal instalou-se em Rondolândia em um contrato que permite atende alta e média complexidade hospitalar, algo que até o Governo do Estado tem dificuldades em oferecer. Cadê a CPI de Rondolândia?”, disse Sotelle.


Após o anúncio do resultado, o prefeito Franco Vialetto com tranqüilidade, atendeu a imprensa local e respondeu aos diversos questionamentos. “Vou continuar o meu mandato até 2016, com o amor, dedicação e honestidade até o fim, como foi toda minha vida”, declarou o chefe do executivo. Perguntado se acredita na inocência dos denunciados na operação que desencadeou a CP, Franco foi enfático ao dizer que “Cabe a justiça julgar, e aqueles que erraram devem pagar por isso”, concluiu.

Assessoria de Comunicação - ASCOM
Prefeitura de Cacoal

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