Padre Franco escapa pela 2ª vez da cassação do mandato na Câmara

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A sessão extraordinária foi realizada na noite de quarta-feira (16) e durou quatro horas, em meio vaias e aplausos da plateia. A Polícia Militar (PM) precisou intervir algumas vezes para manter a ordem na Casa.

Após 4 horas de sessão no plenário da câmara a maioria dos vereadores absorveram por 8 votos a 4. O prefeito Franco Vialleto acusado de negligência e omissão durante a operação detalhe em Cacoal.


O prefeito assistiu a sessão de frente aos parlamentares no plenário e mais uma vez saiu vitorioso diante das denuncias feita através da vereadora Maria Simões do PT contra o atual Chefe do executivo do município de Cacoal.

A segurança foi reforçada e todas as pessoas foram revistadas por policiais militares para ter acesso ao interior da Câmara. Já o público que não conseguiu entrar teve que acompanhar a sessão em um telão instalado na parte externa da Casa.

Durante a sessão o prefeito contou com ajuda de um advogado de defesa que usou a tribuna por quase uma hora em sua defesa, Dr. Sidinei Sotele disse que tinha certeza de sua absolvição,  pois  tendo em vista que não foram carreadas aos autos do processo qualquer prova ou qualquer ato que colocasse o mesmo envolvido em algum esquema de corrupção e que em nenhum momento o prefeito figurou como testemunha de qualquer ato ilegal e que ninguém pode ser punido por atos de terceiros pois cada um responde pelo seu CPF, finalizou o advogado de defesa.


Durante o discurso de alguns vereadores, houve manifestação com cartazes e vaias.

Um homem acabou sendo retirado pela PM, porque teria ofendido a honra de um vereador.

Logo em seguida, foi iniciada a votação, que terminou com o arquivamento do processo com quatro votos a favor e oito contrários à cassação. 

Valter pires (PT), Valdomiro corá (PV), Cezar Condack (PSDC), Toninho da Emater (PTN) , Paty Paulista (PTB), Donizete da Sucam (PTB), Jaba Moreira(PRP) Pedro Ferrazin (PP), Votaram contra a cassação do prefeito, e os vereadores Adaiton  Fúria (PRB), Rafael Evangelista (DEM), Claudemar Ligtti(PDT), e Celso Adame (PDT) Votaram a favor da cassação do prefeito, a comissão precisaria de 8 votos favoráveis para cassar o prefeito e a denunciante Maria Simões não poderia votar. A Vereadora Maria Simões não participou da sessão.

Franco Vialleto disse que contou com ajuda de Deus e também dos nobres vereadores e de seu advogado de defesa o qual agradeceu. O Prefeito disse que o mais importante é que depois de muita perseguição a justiça foi feita. Isso me dá força para continuar com meu trabalho em defesa da população de nosso município"

Apesar ter sido favorável à cassação, o vereador Celso Adame, diz que "a democracia prevaleceu". "Infelizmente, havia provas que o condenava, e eu votei pela cassação, mas como vivemos em um país democrático prevaleceu à vontade da maioria. Isso importante. Temos que respeitar a opinião dos demais"

Denuncia


Francesco Vialetto era investigado por negligência, omissão e quebra de decoro. As denúncias surgiram devido à Operação Detalhe. O pedido de abertura da Comissão Processante foi feito pela vereadora Maria Simões (PT), que alega que o prefeito foi omisso e negligente aos fatos apurados na operação. A comissão foi formada no dia 15 de junho, mas os trabalhos só tiveram início no dia 22 do mesmo mês, após o prefeito ser notificado. A comissão foi presidida pelo vereador Celso Adame (PDT), Rafael Evangelista (DEM) que foi o relator e Raquel Carvalho (PMDB) que ficou como membro.

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