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05/10/2015

Suspeito de golpe em pastores após falsa cura em cultos é preso em Cacoal

Homem oferecia doações e embolsava dinheiro de frete antes de entrega. Suspeito era procurado pela Comarca de Ji-Paraná e foi detido em Cacoal.

Um foragido da Justiça da Comarca de Ji-Paraná (RO) foi preso na tarde da sexta-feira (2) em Cacoal (RO). Segundo a polícia, ele aplicou golpes em diversas igrejas, ao oferecer móveis como doação e embolsar o dinheiro do frete entregue pelos pastores antecipadamente. O detido também é suspeito de estelionato, furto, falsificação de documentos e de se passar por servidor da Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz).


O homem foi localizado pela Polícia Militar em uma casa na avenida Carlos Gomes, bairro Princesa Izabel. Quando foi abordado, o suspeito se identificou como Rogério, mas apresentou uma Carteira Nacional de Habilitação (CNH) em nome de Gean, com vários indícios de falsificação. Outros documentos falsificados foram encontrados na residência.

Pressionado pelos policiais, o suspeito confessou a verdadeira identidade, correspondente a do foragido da justiça da Comarca de Ji-Paraná, pelos crimes de estelionato, furto, falsificação de documentos e quebra de benefício prisional. Com a confissão, o homem foi preso e levado para a Delegacia de Polícia Civil, juntamente com os documentos apreendidos. De lá, o detido foi encaminhado para a Casa de Detenção de Cacoal.


Conforme a Polícia Civil, para aplicar os golpes em igrejas, o suspeito se fingia de doente e, após ser supostamente curado, oferecia móveis à instituição como gratidão. O golpe se concretizava quando o homem pedia para o pastor pagar o frete da doação. Após o depósito ser realizado, a oferta não era enviada. Pelo menos cinco igrejas foram vítimas do estelionato, em Ji-Paraná.


O homem também é suspeito de ter aplicado golpes em comércios, oferecendo produtos com preços mais baixos. De acordo com a polícia, o suspeito se passava por funcionário da Sefaz e contava que o órgão público tinha mercadorias que haviam ido a leilão, mas que hão haviam sido arrematadas e, por isso, estavam com um preço mais baixo. O empresário depositava o dinheiro e depois não conseguia mais contato com o homem.

Rogério Aderbal
Do G1 RO

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