Lotérica de Nasser Youssef entrega dois prêmioa da Mega Sena

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Na ultima quarta-feira (25), aconteceu o sorteio do concurso 1764 da Mega-Sena que estava acumulado em mais de 200 milhões de reais, O sortudo ganhador de Brasília (DF) foi contemplado com o valor de R$ 205.329.753,89 após fazer um simples jogo de R$ 3,50.

Inicialmente a as Loterias Caixa e a Caixa Econômica Federal informaram não haver nenhum vencedor e que o prêmio havia acumulado. Esse desencontro de informações aumenta as especulações de fraudes e irregularidades e está gerando várias dúvidas sobre a credibilidade deste sorteio e da própria Loteria Caixa. 

O Senador Alvaro Dias (PSDB-PR), que já vem travando uma briga por outras suspeitas de fraudes nos sorteios, disse que cobrará explicações formais e imediatas da Caixa Econômica Federal sobre o concurso 1764 da Mega-Sena.


Veja o caso do dono da lotérica, que é deputado e condenado por fraude em desvios de documentos:

O ex-deputado estadual e ex-presidente da Assembleia Legislativa do Espírito santo, José Carlos Gratz, o ex-diretor da Assembleia, André Nogueira, e mais três ex-deputados e dois empresários foram condenados nesta segunda-feira (5) a devolver mais de R$ 3,7 milhões ao governo do estado, devido ao ‘Esquema das Associações’, ocorrido entre 1998 e 2002, segundo o Tribunal de Justiça do Espírito Santo. Gratz alegou que desconhece a denúncia e que vai recorrer da decisão. Nogueira também falou que vai recorrer.


O ex-deputado Juca Alves, um dos condenados, disse que as assinaturas dele que constam no processo são falsas e que ele vai recorrer da decisão. Mateus Vasconcelos, conhecido como Mateusão, outro ex-deputado condenado, está preso na penitenciária de Vila Velha, segundo a Secretaria de Estado de Justiça (Sejus) por outras irregularidades e, por isso, não comentou a decisão. Já o ex-deputado Nasser Youssef Nasr, também condenado pelo TJ-ES, não foi localizado para falar sobre o assunto.

Veja também:



Esquema

De acordo com a denúncia promovida pelo Ministério Público Estadual (MP-ES), havia desvio de recursos públicos mediante atos simulados de pagamentos à várias entidades, como associações de moradores, centros comunitários, escolas, federações, igrejas, paróquias, sindicatos, fundos e obras de assistência social, segundo o TJ-ES. O esquema acontecia com a participação de agentes políticos e funcionários da Assembleia Legislativa, entre 1998 e 2002.


Além da devolução dos mais de R$ 3,7 milhões, a Justiça condenou todos os envolvidos ao pagamento de R$ 200 mil de multa, corrigidos monetariamente, a partir da publicação da sentença. Além disso, eles tiveram os direitos políticos suspensos por oito anos.


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