Confirmado primeiro caso de chikungunya em Cacoal

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Mais 15 casos suspeitos foram notificados e esperam pelo resultado. Na cidade existem sete casos suspeitos de zika vírus registrados.

O primeiro caso de chikungunya, em Cacoal(RO), foi confirmado pela nesta quinta-feira (21), pela Secretaria de Saúde (Semusa). O município distante cerca de 480 quilômetros de Porto Velho. A Semusa informou também que existem 15 casos suspeitos na cidade, que foram notificados e esperam pelo resultado. Além destes há casos suspeitos de zika vírus.

Equipes da Semusa tem como meta visitar todas as casas de Cacoal até o dia 31 de janeiro para orientar a população sobre o combate ao Aedes Aegypti. (Foto: Rogério Aderbal/G1)

Conforme a coordenadora de Vigilância em Saúde, Ivani Gromman, o caso confirmado da doença foi registrado no ano passado, porém, o resultado somente saiu agora. "Esse exame é feito fora do estado e leva cerca de três meses para sair o resultado, por isso a demora na confirmação", explicou.

No momento, a Semusa investiga aonde a doença foi contraída, em Cacoal ou importada. "Quando o paciente apresentou os sintomas, ele estava na cidade de Pontes e Lacerda (MT). Agora precisamos descobrir se ele contraiu a por lá ou já foi para lá contaminado", declarou Ivani.

Casos de dengue

Conforme dados da Semusa, no ano passado foram registrados em média 300 casos suspeitos de dengue no município, desses apenas 30 foram confirmados. Já em 2016, a média de casos suspeitos até agora gira em torno de 50 por semana.

Equipes da Semusa estão trabalhando para visitar todas as casas de Cacoal e eliminar os focos do mosquito  Aedes Aegypti. (Foto: Rogério Aderbal/G1)

Para tentar conter o mosquito Aedes Aegypti transmissor da dengue, chikungunya e zika vírus, os agentes de saúde trabalham diariamente vistoriando residências. Isso, porque o município tem como meta visitar todas as casas da cidade até o dia 31 de janeiro. Esse trabalho deve ser repetido em fevereiro. Segundo a secretaria, cerca de oito mil imóveis ainda precisam ser checados neste mês.

A população, segundo Ivani, é uma das principais peças na mobilização contra o mosquito. "Se não houver a adesão da população dificilmente vamos ganhar essa guerra. Como o mosquito leva sete dias para evoluir vamos instituir um dia da semana como o dia da faxina, onde o morador realizará uma faxina completa no quintal para evitar criadores", finalizou.

Rogério Aderbal
Do G1 RO

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