Apesar do recurso assegurado, a pedido do vice-prefeito Marcon obra não acontece em Cacoal

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Apesar do Senador Acir, a pedido do vice-prefeito Marcon ter conseguido os recursos e obra não acontece.

Apesar do convênio com a Caixa Econômica Federal para a implantação do esgotamento sanitário do distrito de Riozinho, em Cacoal, ter sido assinado no final do ano de 2015, a prefeitura ainda não tem previsão de quando a obra será iniciada. O recurso de R$ 7 milhões, foi adquirido através de emendas parlamentares do Senador Acir Gurgacz (PDT) pelo Ministério das Cidades, com a solicitação do vice-prefeito Acelino Luiz Marcon (PDT).

Apesar do Senador Acir, a pedido do vice-prefeito Marcon ter conseguido os recursos e obra não acontece

Marcon diz que se sente constrangido com a demora para o início das obras, já que com a instalação do esgotamento sanitário quase cinco mil pessoas que residem no distrito serão beneficiadas. “Luto por essa obra desde dois mil e treze, agora temos que esperar resolver todas as burocracias para que de fato isso se torne uma realidade, mas vou continuar cobrando até que esse sonho se torne real”, afirmou Marcon.

O vice-prefeito explica, que devido o solo do Riozinho ser composto por 53% de rocha, a obra ficará ainda mais cara, totalizando R$ 11,25 milhões, sendo que aproximadamente R$ 7 milhões utilizados serão de emendas do Senador Acir Gurgacz e R$ 3 milhões de recursos próprios do município. “Essa rocha aflora na época das águas, atingindo as fossas que existem no Distrito e esse esgoto cai no Riozinho, e acaba prejudicando a água que é distribuída para os moradores”, contou.

De acordo com a assessora de comunicação do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae) de Cacoal, Wollydioana Colombi, o que foi realizado até o momento foi apenas a assinatura do convênio com a Caixa Econômica Federal, e esse é apenas o primeiro passo. “Agora estamos montando o projeto, que adeque a obra de saneamento básico com as exigências da Caixa, somente após a aprovação é que segue para a licitação, porém com a mudança do ministro responsável pelo Ministério das Cidades, todos os processos foram suspensos. Temos que esperar uma segunda ordem para que possamos retomar os trabalhos”, explicou a assessora.

A água recebida pelos moradores do Riozinho será por captação, o tratamento será por filtragem e não mais por lagoa, o que deverá reduzir o grande número de pessoas com malária e dengue na localidade.

Por Magda Oliveira
Fonte Cacoal NEWS

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