Empresários reclamam da situação caótica no aeroporto de Ji-Paraná

Enviar no WhatsApp
A crise só não é maior, devido ao comprometimento dos 24 servidores locados no Aeroporto. Após o recapeamento da pista, concluído em 2014. Fazem quase dois anos, que Aeroporto não recebe investimentos.

As promessas de investimentos no Aeroporto Municipal, sempre existiram, mas poucas se materializaram nesses 38 anos de existência. Fundado em 1978, deveria ser o maior e melhor do interior do Estado, porém a ausência de melhorias por parte dos governos Federal e Estadual contrapõe essa realidade, com risco de suspensão nos voos. A direção, não quis  comentar os apontamentos, que foram apresentados pela reportagem.


A crise só não é maior, devido ao comprometimento dos 24 servidores locados no Aeroporto, que trabalham com contratos vencidos desde o dia 09, e sem nenhuma previsão de renovação por parte do Departamento de Estradas e Rodagens (DER), que precisa urgentemente revalidar os cursos junto a Agência Nacional de Aviação (Anac) para evitar embargos aJi-Paraná.

“É imensurável a importância do Aeroporto, que hoje tem uma estrutura precária, que é uma verdadeira vergonha, mesmo diante de todos os investimentos realizados com estrutura com raio X, unidade dos Bombeiros e até isenção do querosene, aprovada na Assembléia Legislativa”, disse Osmar Farinácio, empresário.


Quem embarca ou desembarca no Aeroporto Municipal, vai encontrar cadeiras quebradas, mato no estacionamento, que seria bloqueteado, ausência de circuito interno de segurança, exigido pela Anac e cerca na pista de pouso e decolagem danificada, facilitando o acesso de animais na pista.

Situação que piora com as invasões na área da União destinada ao Aeroporto José Coleto. Dos 1500 hectares, 1400 estão invadidos, somente 80 está sendo utilizada de área operacional. “As invasões que existem ao redor do Aeroporto impedem que haja investimentos por parte do governo Federal. Se não resolver o problema de regularização fundiária, não teremos recursos Federais tão cedo”, ressaltou Edson Aleoti, empresário.


As reclamações dos usuários são constantes e variam da falta de papel toalha e higiênico nos banheiros a manutenção dos ares condicionados. Já os servidores reclamam dos descontos em folha, alguns ganham menos que um salário .

Por Wilson Neves
Informou Folha de Ji-Paraná

    Opiniões
    Opiniões

0 Comentários:

Postar um comentário

Não aceitamos:

- Agressões e insultos contra autores, outros comentaristas e personagens citados nas colunas e matérias
- Declarações sexistas, xenófobas ou racistas
- Informações falsas
- Propaganda comercial
- Evite digitar em Maiúsculo

 
Copyright © 2016. Cacoal NEWS Todos os Direitos Reservados
Du Pessoa© Web Sites (69) 9366 7066 WhatsApp | www.dupessoa.com.br