Projeto Abraço fortalece a família na Capital

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O projeto já atendeu mais de 400 pessoas, incluindo homens e mulheres este ano.Rafael Henrique participou do projeto Abraço e hoje comemora a data com muita felicidade ao lado da sua filha.

O projeto Abraço existe desde 2010, e presta atendimento a homens e mulheres envolvidos na Lei Maria da Penha. A iniciativa pretende conseguir o rompimento do ciclo de violência e também melhorar o convívio familiar. Uma das linhas de abordagem trabalhada com os participantes está ligada ao relacionamento entre pais e filhos, que sofrem muito em casos de violência doméstica. Desde do início deste ano, o projeto já atendeu mais de 400 pessoas, incluindo homens e mulheres ou até mesmo casais, ressaltando a importância da figura paterna no seio familiar.

Rafael Henrique participou do projeto Abraço e hoje comemora a data com muita felicidade ao lado da sua filha

A maioria das pessoas que posse proximidade com a família tem melhor desempenho ao passar pelo atendimento do projeto. “Os que tiveram a figura do pai se recuperam melhor. Até para o processo de desenvolvimento psicológico, a presença do pai os torna mais seguros, pois se tornam violentos pela própria insegurança”, ressaltou Cristiano Corrêa de Paula, chefe do núcleo psicossocial do juizado de violência doméstica e familiar contra a mulher da Comarca de Porto Velho. Além disso, o projeto trata da importância da figura paterna para os filhos. “Muitos relatam que não tiveram a presença do pai, que o pai era distante”, explicou o chefe do núcleo.

Um dos temas abordados durante os encontros semanais do projeto é sobre a diferença de conjugalidade e parentalidade. “A separação conjugal é uma coisa, mas não pode haver a separação dos filhos, os papéis meio que se misturam”, informou Cristiano. Quando necessário, é feito uma intervenção na família nos casos em que os pais não estão trabalhando a situação da melhor forma com os filhos. “As crianças pequenas sofrem muito e os adolescentes também. Em mais de 50% dos casos de atos infracionais de adolescentes, os pais brigavam, e eles tinham violência em casa”, acrescentou o chefe do núcleo.

Por Ariadny Medeiros


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