Caso Valter Nunes - Testemunha fala de programas sexuais, sobre R$ 80 mil reais e como conheceu esposa da vítima

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O julgamento dos acusados da morte do advogado foi reiniciado nesta terça-feira (22/11)

Na manhã desta terça-feira (22/11), no município de Cacoal (RO), foram retomados os trabalhos relativos à sessão de julgamentos dos acusados de participar do crime que resultou na morte do ex-presidente da Subseção da OAB/RO, advogado Valter Nunes de Almeida.


O júri teve início nesta segunda-feira (21/11) e na ocasião foram ouvidas oito das trinta e cinco testemunhas (defesa e acusação) arroladas nos autos. O caso ganhou repercussão estadual devido às acusações feita à esposa da vítima, advogada Vera Lúcia Nunes de Almeida. Ela, segundo as investigações, teria sido a mandante do homicídio.

Também são réus no mesmo processo (nº 0042709-02.2007.822.0007) Jonas de Freitas, vulgo “Lenga”, Cássio de Jesus Claros e Sóstenes Alencar Ferreira.

Programas sexuais

Assim que iniciaram os trabalhos desta terça-feira, no auditório da Universidade Federal de Rondônia – Unir, o juiz de Direito Carlos Roberto de Rosa Burck, titular da 1ª Vara Criminal chamou para depor a nona testemunha, Solange Pereira Gregório. Ela teria feito programas sexuais com os réus Sóstenes Alencar Ferreira, Vera Lúcia Nunes de Almeida e Cássio de Jesus Claros. Seu depoimento era bastante aguardado tanto pelo Ministério Público, quanto pela defesa.



Isso porque, Solange Pereira havia feito declarações em Juízo que comprometiam todos os réus na participação do crime. Ela também detalhou como conheceu a advogada e o suposto amante.

Em um dos trechos do seu depoimento, hoje pela manhã, Solange disse que viu a quantia de R$ 80.000,00 trazida por Jonas de Freitas, vulgo “Lenga”. “A grana estava em cima da mesa, ele contou. Não deixou ajudar na contagem porque não confiava em nós”.

Relembre o caso

O crime ocorreu no dia 30 de março de 2007, em Cacoal (RO), quando Cássio de Jesus Claros e Jonas de Freitas que usavam capacetes com viseiras escuras, armas de fogo, entraram no escritório da vítima, renderam a secretária e dispararam várias vezes contra o presidente da Subseção da OAB/RO de Cacoal, Valter Nunes de Almeida. Vera Lúcia Nunes de Almeida é acusada de ser a suposta mandante do crime que resultou na morte do seu esposo. A prisão da acusada foi determinada pelo juízo da comarca de Cacoal, porém, atualmente ela responde o processo em liberdade.

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Fonte Comjustica.com

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