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29/05/2017

Caminho do café apresenta casos bem sucedidos em Rondônia

A trajetória do café em Rondônia teve início na década de 1960. Pelo menos é que conta Andre Moreira Nunes, precursor da cafeicultura no estado. Seu André nasceu no Ceará, e como a maioria dos nordestinos migrou para São Paulo e busca de novas oportunidades. Por volta dos anos 60 chegou à Rondônia, junto com seu pai, para comprar castanha. Já na fazenda Castanhal, comprada a pedido de seu pai, vieram morar em Rondônia.

Caminho do café apresenta casos bem sucedidos em Rondônia

Lembrando do fracasso que teve com a geada no Paraná, junto com o pai, resolveu plantar café em Rondônia. Assim, em 1965, iniciaram a atividade com oito mil copas de café. A lavoura desenvolve-se muito bem, porém a ideia era ampliar a produção e, com apoio do governo na época e financiamento bancário, investiu na cultura do café no estado.

Essas e outras histórias podem ser ouvidas no “Caminho do Café”, instalado nas dependências da 6ª Rondônia Rural Show. O “Caminho do Café” é um espaço didático onde, em aproximadamente 45 minutos, os visitantes têm a oportunidade de conhecer técnicas, manejo, histórias e experiências voltadas para a cultura do café em Rondônia.

Os visitantes são convidados a passar por três salas onde extensionistas da Emater-RO apresentam toda a trajetória para a produção de café. Na primeira sala, a extensionista Denise de Santana Vaz recebe os visitantes para uma apresentação da história do café. É nesta sala, caracterizado como um viveiro, que todos têm a oportunidade de ouvir o depoimento do Sr. André. É também nessa sala que são apresentados os primeiros procedimentos para a produção de mudas de café clonal.

Após o término da apresentação todos são convidados para a próxima sala onde já os espera, o extensionista Rafael Cidade. Neste ambiente são apresentadas as técnicas de implantação e condução da lavoura. O visitante conhece uma lavoura de café clonal e aprende que, apesar de serem altamente produtivas, elas não conseguem produzir sem manejo e procedimentos corretos.

Ainda na segunda sala são apresentados os casos bem sucedidos de Rondônia, em especial aqueles que seguem as orientações corretas e que hoje colhem os frutos de um café de qualidade e competitividade, contadas pelos próprios cafeicultores e viveiristas.

A terceira sala é dedicada à qualidade e sustentabilidade do café. O extensionista Janderson Dalazen orienta sobre as técnicas e vantagens para um café sustentável e apresenta um vídeo onde a produtora Susi Aparecida, de Novo Horizonte do Oeste, fala de sua experiência na lavoura. “Susi é uma produtora que participa ativamente dos programas de incentivo do governo estadual e vem adaptando sua propriedade para as práticas sustentáveis”, diz Dalazen.

Por fim, todos são convidados para uma quarta sala onde são recepcionados com um café feito com grãos do café vencedor do concurso de qualidade do café em 2016. Na oportunidade é divulgado o 2º Concurso de Qualidade e Produtividade do Café – Concafé, cujas inscrições vão até 14 de julho.  Para maiores informações sobre o Concafé, acesse o link:


Da Redação 
Cacoal NEWS

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