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19/08/2017

Justiça nega liberdade de secretário que mandou matar o ex-amante por causa de 'nudes' em Rondônia

Polícia Civil diz que Eduardo, que também é policial, atraiu biólogo para local do crime. Defesa entrou com pedido de Habeas Corpus, mas Justiça negou.

O Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ-RO) negou nesta semana o pedido de Habeas Corpus ao ex-secretário de Saúde de Espigão D'Oeste (RO), que é suspeito de mandar matar o ex-amante por causa de "nudes". O crime ocorreu no começo do mês. Segundo o judiciário, Eduardo Bezerra, que também é policial militar, está preso no Centro de Correição da Polícia Militar (PM) em Porto Velho.

Justiça nega liberdade de secretário que mandou matar o ex-amante por causa de 'nudes' em Rondônia

O inquérito do caso foi concluído pela Polícia Civil e entregue ao Ministério Público (MP-RO). O ex-secretário e o suspeito de executar a vítima foram indiciados por homicídio qualificado.

Nesta semana, o desembargador do TJ-RO, Valter Oliveira, avaliou o pedido de liminar de Habeas Corpus impetrado pela defesa do ex-secretário de saúde Eduardo Bezerra da Cruz Aduz. Na ocasião, a defesa alegou que Eduardo sofre constrangimento ilegal em razão da prisão preventiva sem fundamento, decretada pela autoridade pelo juiz de direito da 2ª Vara Criminal da Comarca de Espigão D’Oeste.

Na decisão, o desembargador disse que os requisitos da concessão de liminar em sede de Habeas Corpus foram devidamente analisados por na decisão do juiz, e que a conversão do habeas corpus preventivo em repressivo, por si só, não altera os fundamentos do seu indeferimento.

Justiça nega liberdade de secretário que mandou matar o ex-amante por causa de 'nudes' em Rondônia

Em entrevista, o diretor do Departamento de Polícia do Interior, Arismar Araújo de Lima, revelou que o suspeito de atirar na vítima foi preso em Cacoal (RO), e confessou que cometeu o crime a mando do ex-secretário de saúde de Espigão D’Oeste, Eduardo Bezerra da Cruz.

“O Eduardo teria dito a ele que a vítima tinha umas fotos íntimas dele (secretário) e uma familiar da própria vítima, e estava o chantageando, por isso ele decidiu contratar o suspeito para matar o biólogo”, revela. O secretário, segundo a polícia, teria atraído a vítima até o local do crime, onde o executor estava o esperando, escondido no mato e depois o executou a tiros.

Após ser preso o secretário negou o crime, porém confessou que era chantegeado pela vítima por causa das "nudes" e que, no passado, já teve um relacionamento extraconjugal e homoafetivo com o biólogo.

O secretário, segundo a polícia, teria atraído a vítima até o local do crime, onde o executor estava o esperando, escondido no mato e depois o executou a tiros. Após ser preso o secretário negou o crime, porém confessou que era chantegeado pela vítima por causa das "nudes" e que, no passado, já teve um relacionamento extraconjugal e homoafetivo com o biólogo.

Da Redação 
Rogério Aderbal
G1 Cacoal e Zona da Mata

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