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07/11/2017

Professora de Rondônia faz o Enem para se manter atualizada e testar conhecimentos

Educadora têm duas graduações e uma pós-graduação. Professora de 52 anos fez a prova em Cacoal.

Solangela dos Santos Cardoso Martins, de 52 anos, é professora há 28 anos e há dois faz as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), para testar os conhecimentos e se manter atualizada sobre as questões. Neste ano não foi diferente, a educadora, que já têm duas graduações e uma pós-graduação, mais uma vez se inscreveu e fez o exame neste domingo (5), em Cacoal (RO), a 480 quilômetros de Porto Velho. Solangela é graduada em Letras e em Pedagogia e possui uma pós-graduação em Linguística e Teoria da Literatura.

Professora de Rondônia faz o Enem para se manter atualizada e testar conhecimentos

“Sou professora há 28 anos na rede estadual de ensino e sempre gostei de estudar. Decidi fazer o Enem para testar os meus conhecimentos e me manter atualizada sobre o universo educacional e acabei selecionada para uma vaga na Universidade Federal de Rondônia (Unir), mas como já sou graduada pela instituição não consegui a vaga. No entanto, isso não me desanimou, vou continuar estudando, porque conhecimento nunca é demais, por isso, já prestei vestibular para Serviço Social em uma faculdade particular da cidade”, revela.

A educadora também orienta aos jovens a continuarem se preparando para o Enem, pois acredita que a oportunidade sempre aparecerá para quem corre atrás dos objetivos. “Tenho um filho que há um ano se formou em medicina com uma bolsa do Enem. Para estudar, ele precisou se mudar para Santa Catarina (SC), onde mora atualmente. As conquistas exigem sacrifícios, mas vale apena”, enaltece.

Gostou do tema da redação

Sobre a prova deste domingo, Solangela conta que a redação foi um tema um pouco diferente, porém , não distante da realidade brasileira.

“A princípio, parecia ser uma coisa muito complicada de trabalhar, mas não é. Mesmo porquê muitas pessoas ainda enfrentam dificuldades e até preconceitos por terem deficiência auditiva, e esse tema precisa ser discutido em sala de aula. Sobre a parte objetiva, percebi que as questões estavam muito longas, o que exige mais concentração ao interpretá-las”, aponta.

Da Redação 
Rogério Aderbal
G1 Cacoal e Zona da Mata

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