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31 de dez. de 2020

Como assistir TV On Line na SmarTV no Computador ou Celular On Line em HD 2019

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Da Redação
Cacoal NEWS

29 de mar. de 2020

Tudo que precisa para acessar o auxílio emergencial de R$ 600 a R$ 1.200 aprovados pela Câmara

Câmara aprovou texto que busca proteger os segmentos de trabalhadores mais vulneráveis à crise econômica decorrente do coronavírus. A Câmara dos Deputados aprovou na quinta-feira um auxílio emergencial de R$ 600 por mês para trabalhadores autônomos, desempregados e microempreendedores de baixa renda, com objetivo de proteger segmentos mais vulneráveis em meio à crise econômica gerada pela pandemia do coronavírus.

Para que o benefício entre em vigor, no entanto, a proposta ainda precisa ser aprovada pelo Senado e receber sanção do presidente Jair Bolsonaro. A previsão é que os senadores votem a matéria na segunda-feira (30/3). Em seguida, o governo editará um decreto sobre como será o pagamento.

Tudo que precisa para acessar o auxílio emergencial de R$ 600 a R$ 1.200 aprovados pela Câmara

O texto aprovado pelos deputados prevê que o auxílio emergencial terá duração inicial de três meses, podendo ser prorrogado por mais três meses. A proposta também estabelece que até dois membros da mesma família poderão receber o benefício, somando uma renda domiciliar de R$ 1.200. Já mulheres que sustentam lares sozinhas poderão acumular dois benefícos individualmente.

A proposta inicial do governo Bolsonaro, anunciada na semana passada, era conceder R$ 200 por trabalhador autônomo. No entanto, parlamentares passaram a defender um benefício maior, a partir de R$ 500. Antes da votação, o Palácio do Planalto concordou em elevar o auxílio para R$ 600.

Segundo o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, o valor maior é necessário para permitir que os brasileiros deixem de trabalhar e fiquem em casa, contribuindo para reduzir a transmissão do coronavírus na população.

"A proposta (inicial) do governo é pequena para aquilo que a população precisa. Eu entendo o governo, que ainda trabalha com a questão do impacto fiscal, mas, neste momento, não é o mais importante. O importante é que todos nós, em conjunto, possamos gerar as condições mínimas para que os brasileiros possam manter a determinação do Ministério da Saúde, da OMS (Organização Mundial de Saúde), dos Estados e das prefeituras (de ficar em isolamento)", defendeu Maia, antes do governo aceitar o benefício maior.

A previsão do governo é que o auxílio atenda mais de 24 milhões de pessoas, o que representará um gasto de ao menos R$ 14,4 bilhões por mês.

Entenda a seguir as regras aprovadas pela Câmara.

Quais os requisitos para solicitar o auxílio?

Segundo o texto aprovado na Câmara, terá direito ao benefício quem for maior de 18 anos, não tiver emprego formal e não receber benefício previdenciário (aposentadoria) ou assistencial (como o BPC).

Os deputados estabeleceram também limites de renda para solicitação do auxílio. Não poderão receber o benefício pessoas cuja renda mensal total da família for superior a três salários mínimos (R$ 3.135) ou que a renda per capita (por membro da família) for maior que meio salário mínimo (R$ 522,50).

Além disso, não terá direito quem tenha recebido rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2018.

Que categorias de trabalhadores estão incluídas nesses critérios?

Auxílio emergencial valerá para quem for maior de 18 anos, não tiver emprego formal e não receber benefício previdenciário ou assistencial, entre outros critérios.

Cumpridos os requisitos acima, o texto aprovado pelos deputados prevê que poderão solicitar o benefício inclusive trabalhadores registrados como microempreendedor individual (MEI) e trabalhadores por conta própria que contribuem de forma individual ou facultativa para o INSS.

Não poderão receber o auxílio trabalhadores com carteira de trabalho assinada e funcionários públicos, inclusive aqueles com contrato temporário.

Quem recebe Bolsa Família pode requisitar?

O novo auxílio aprovado pela Câmara não poderá ser acumulado com o Bolsa Família. No entanto, o beneficiário do programa poderá optar por receber o auxílio emergencial no lugar do Bolsa Família, já que o novo benefício tem valor maior.

Será preciso estar no Cadastrado Único?

A ideia é que o Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) seja usado para facilitar a liberação do benefício, mas o texto aprovado na Câmara não estabelece o cadastro como exigência para solicitar o auxílio.

O Cadastro Único é um banco de dados do governo em que brasileiros precisam estar registrados para receber benefícios como o Bolsa Família e o BPC.

Como a renda será verificada?

A renda familiar que será considerada é a soma dos rendimentos brutos dos familiares que residem em um mesmo domicílio, exceto o dinheiro do Bolsa Família. A renda média da família será verificada por meio do CadÚnico para os inscritos no sistema. Os não inscritos farão autodeclaração por meio de uma plataforma digital.

Segundo o deputado Eduardo Barbosa (PSDB-MG), autor do projeto de lei que foi adaptado pelos deputados para criação do auxílio emergencial, o governo federal tem ferramentas para cruzar dados e checar se a renda do solicitante se enquadra nos limites do programa.

Como o benefício poderá ser solicitado?

O ministro Paulo Guedes e o presidente Jair Bolsonaro; previsão do governo é que auxílio atenda mais de 24 milhões de pessoas. O texto prevê que o governo federal deverá regulamentar como o benefício será concedido. O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse na semana passada que a ideia é usar a Caixa Econômica Federal para operacionalizar a distribuição do auxílio.

"A Caixa Econômica Federal tem 26 mil postos de atendimento. Já estão sendo preparados", afirmou, em entrevista ao portal de notícias Poder 360.

O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, disse nesta sexta-feira (27/3) que o banco ainda aguarda a aprovação do novo auxílio pelo Senado e a publicação do decreto do governo regulamentando como será o pagamento do benefício. Ele explicou que a ideia é escalonar o pagamento, assim como ocorreu quando houve liberação de saque do FGTS em 2019. Quem não tiver conta na Caixa poderá transferir o benefício para outro banco gratuitamente.

"A Caixa, como sempre, realizará pela agências (bancárias), pelas lotéricas, pelos correspondentes (bancários) e pelo celular a grande maioria desses pagamentos", disse ainda Guimarães.

Limite de benefício por família?

O texto aprovado prevê que até duas pessoas por família poderão receber o benefício, limitando o auxílio a R$ 1.200 por núcleo familiar. No entanto, mulheres que sustentam suas famílias sozinhas poderão acumular individualmente dois benefícios.

Duração do benefício?

A proposta aprovada na Câmara estabelece duração inicial de três meses, havendo possibilidade de o governo prorrogar por mais três meses durante o período de enfrentamento emergencial do coronavírus.

E o salário dos trabalhadores formais?

Com a paralisação de diversas atividades econômicas no país devido à quarentena imposta a boa parte da população, empresas terão forte redução de receitas e podem ter dificuldade para pagar salários. Por isso, o governo prepara regras emergenciais que permitirão a redução temporária de salários.

Bolsonaro chegou a editar uma Medida Provisória no domingo que permitia suspender salários de empregados com carteira assinada por até quatro meses, sem qualquer compensação aos trabalhadores. O presidente recuou da medida após fortes críticas e o Ministério da Economia trabalha em outra proposta em que o governo garantirá uma renda mínima às pessoas afetadas.

Mariana Schreiber 
Da BBC News Brasil em Brasília

Coronavírus: Bolsonaro anuncia linha de crédito para pequenas empresas pagarem trabalhadores que ganham até 2 salários mínimos

O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta sexta-feira uma linha de crédito emergencial de R$ 40 bilhões para que pequenas e médias empresas possam pagar salários dos seus trabalhadores por dois meses em meio à crise causada pelo coronavírus.

Inicialmente o Ministério da Economia havia sinalizado que permitiria a empresas suspender salários e que o governo compensaria o trabalhador pagando parte da remuneração suspensa. No entanto, o presidente não disse se o governo ainda estuda essa medida, ou se haverá apenas a possibilidade de as empresas contraírem empréstimos para pagar salários. Ao lado de Bolsonaro, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse que essa linha de crédito permitirá pagar até dois salários mínimos por trabalhador.

Coronavírus: Bolsonaro anuncia linha de crédito para pequenas empresas pagarem trabalhadores que ganham até 2 salários mínimos

Segundo ele, a empresa terá que decidir entre bancar a diferença no caso das remunerações mais altas ou demitir.

"A empresa pode não complementar (a diferença do salário coberto pelo empréstimo). Agora, a empresa vai fazer uma anállise se quer manter o funcionário ou não. O nosso intuito é fazer com que a base dos funcionários permaneça e que diminua o custo para as empresas", afirmou Campos Neto.

"Vale lembrar que hoje 45% do custo de uma empresa pequena e média é folha de pagamento e a gente está fornecendo recursos a um juros que eles nunca tiveram nem perto", disse ainda.

Os juros desses empréstimos serão de 3,75% ao ano, com carência de seis meses para início do pagamento, e prazo de 36 meses. Segundo Campos Neto, não haverá cobrança de spread (parte do juros que remunera os bancos).

A linha de crédito foi criada em parceria com o setor privado, por meio da Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Dessa forma, o governo federal entrará com 85% dos recursos (R$ 34 bilhões) e os bancos privados com 15% (R$ 6 bilhões).

Poderão acessar essa linha emergencial empresas com faturamento anual entre R$ 360 mil e R$ 10 milhões. O programa deve atender 1,4 milhão de empresas e 12,2 milhão de de pessoas.

Campos Neto explicou ainda que os bancos que operam as folhas de pagamento das empresas depositarão os recursos emprestados às companhias diretamente na conta dos trabalhadores.

"Entre as medidas já anunciadas pelo governo, de modo que nos possamos atender as possíveis vítimas do coronavírus, (há) também uma preocupação em manter os empregos. A gente costuma falar na segunda onda (de impacto da economia). Nós devemos o máximo possível diminuir a altura dessas duas ondas (de contágio da doença e de impacto na economia), e elas caminham juntas", disse Bolsonaro, ao anunciar a medida.


BBC Brasil

Da Redação

27 de mar. de 2020

Deputado Coronel Chrisóstomo diz SIM ao uso da Telemedicina

A Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 696/2020, que autoriza a telemedicina no Brasil durante a pandemia do novo coronavírus. O ministro da Saúde, Henrique Mandetta, declarou nesta terça (24) que: “o travamento do país seria “péssimo” para a saúde” e criticou o fechamento de consultórios. 

Os profissionais de saúde atuam na linha de frente no combate ao coronavírus, e o contato direto com casos suspeitos, fazem com que esta classe de profissionais seja mais suscetível a contrair a doença. Tomando como exemplo a Espanha, cerca de 12% dos pacientes são médicos, enfermeiros e motoristas de ambulâncias.

Deputado Coronel Chrisóstomo diz SIM ao uso da Telemedicina

Afim de evitar a contaminação destes profissionais, bem como transtornos com a redução no atendimento à população, a Câmara dos Deputados veio de encontro a esta demanda com o Projeto de Lei 696/2020, que permite que qualquer atividade da área da saúde seja realizada pela internet.

O deputado federal Coronel Chrisóstomo é um dos parlamentares que mais apoia esta causa, pois sabe da realidade e das necessidades da região norte no que tange ao atendimento médico. Preocupado, o mesmo fez questão de estar presencialmente na votação, bem como defender os pontos que o levou a votar a favor do PL.

A tramitação, aconteceu em regime de urgência por meio de uma sessão virtual realizada nesta quarta-feira (25), e foi aprovada em sua essência. A proposta autoriza a telemedicina no Brasil durante a pandemia do novo Coronavírus, e o uso de videoconferências para a realização de atividades de assistência, pesquisa, prevenção de doenças e lesões, e promoção de saúde.

Favorável à proposta, o deputado Coronel Chrisóstomo afirma que a telemedicina, por encurtar as distâncias, torna-se uma ferramenta de uso imprescindível para a região amazônica e tantos locais de difícil acesso em Rondônia, não só em época de pandemia, mas em todos os momentos do ano!

Assista o Vídeo:

Além de levar saúde de qualidade a cidades do interior do Brasil, que nem sempre conseguem atrair médicos, a telemedicina também beneficia grandes centros, pois reduz o estrangulamento no sistema convencional causado pela grande demanda, ocasionada pela migração de pacientes em busca de tratamento.

O Projeto de Lei 696/2020 oficializa a teleconsulta, definida pela norma como consulta médica remota, mediada por tecnologias, com médico e paciente localizados em diferentes espaços geográficos: 

Telediagnóstico: emissão de laudo ou parecer de exames, por meio de gráficos, imagens e dados enviados pela internet;

A teleinterconsulta: troca de informações e opiniões entre médicos, com ou sem a presença do paciente, para auxílio diagnóstico ou terapêutico, clínico ou cirúrgico;

Telecirurgia: procedimento feito por robô, manipulado por um médico que está em outro local;

Teletriagem médica: o médico faz uma avaliação, à distância, dos sintomas apresentados, para a definição e o direcionamento do paciente ao tipo adequado de assistência necessária;

Teleorientação: permite a declaração de saúde para a contratação ou adesão a plano de saúde e outros trâmites.

Telemonitoramento: permite que um médico avalie as condições de saúde de pacientes, evitando idas desnecessárias a unidades de pronto-socorro.

Assessoria
Da Redação

26 de mar. de 2020

Como evitar bloqueios e banimento do seu número no WhatsApp

É Fundamental seguir cada uma das etapas para evitar o banimento do seu número no WhatsApp

0 Nunca use seu número pessoal, ou número principal para campanhas em massa, nunca! Eu disse nunca!

1 Número novo? use por 5 dias de forma "humana" antes de disparar em massa. Primeira coisa: Não venda absolutamente nada em sua primeira mensagem! Eu disse Nada! Se apresente primeiro: Diga quem você é de onde você é, e peça permissão para a pessoa, se ela permite você enviar mais informações sobre o seu assunto. O número precisa estar aquecido para que o bloqueio não ocorra, usar uma conta business e principalmente colocar um atraso nas mensagens que seja pelo menos 19s.


É muito importante que você construa uma lista própria, à partir de uma página de vendas por exemplo, assim, sua primeira mensagem pode ser: "Oi tudo bem, eu sou o Edu, e vi que você acessou nosso site recentemente para saber mais sobre Páginas de Venda, gostaria de saber se posso enviar aqui mais informações, tudo bem pra você?

Observe Você primeiro se apresentou, não vendeu nada e o simples fato do seu cliente, responder sim ou não, informa pro WhatsApp, que houve "diálogo", entre vocês, e não Spam! Que ocorre quando somente um dos lados envia a mensagem! Isso faz toda diferença!


E se, seu cliente, disse sim! Ótimo! ele permitiu você dar seguimento, e ainda se demonstrou interessado, é com essas pessoas que você deve construir, e manter um relacionamento na sua lista de clientes no WhatsApp, por que estas pessoas não vão te denunciar, afinal, é interesse delas o seu conteúdo! Descarte imediatamente da sua lista de envios todos que disseram Não, ou demonstraram não ter interesse, eles vão te denunciar!


A venda é uma consequência do seu relacionamento! Seja humano, converse naturalmente, as pessoas não querem conversar com vendedores ou robôs! Elas querem soluções para os problemas delas! 

Somente após ter recebido pelo menos duas mensagens de volta do seu cliente, aí sim, se necessário, você envia seu link de vendas, ou do seu produto, de preferência, faça o possível para sua venda ser concretizada durante sua conversa. Links em massa são mal vistos pelo WhatsApp não use sem antes ter diálogo, não use!


2 Conteúdo da abordagem Se as pessoas começarem a denunciar, o risco de bloqueio é muito grande.


3 Link na mensagem Costuma causar bloqueios rapidamente, por ser caracterizado como Spam.

4 O limite diário que recomendamos atualmente é de 400 envios. Se for fazer o seu primeiro envio, recomendamos que você envie no máximo para 50 contatos, e a cada dia adicione 50 contatos para os envios ( até o limite de 400 envios ). Recomendamos utilizar um atraso de pelo menos 20 segundos entre as mensagens. Não se esqueça, se o número é novo, ele precisa ter pelo menos 5 dias de uso normalmente, ou seja, trocado e enviando mensagens diariamente.


5 Trabalhe com vários chips Compre chips, é barato, e a opção de gerar números virtuais além de não estar mais funcionando, tinha risco de banimento maior do número no WhatsApp, portanto, compre para seus envios pelo menos 5 chips e vá alternando os envios entre eles.

6 Se não for o suficiente, você pode utilizar uma VPN, saiba como entrando na área de membros e acessando o seguinte link:

7 - Utilize nossas configurações recomendadas para os envios:


Como recuperar um número banido? Praticamente impossível, mas você pode tentar os passos abaixo:

É necessário cadastrar o seu número novamente no WhatsApp ( faça um backup das conversas antes e após desinstalar e instalar novamente ), irá exibir um erro de número bloqueado, aí você aciona o suporte do WhatsApp enviando um argumento de solicitação para que o suporte do WhatsApp verifique se vai liberar ou não o seu número.

Caso seu número esteja sendo bloqueado com poucos envios ou logo após se cadastrar no WhatsApp

Isso está ocorrendo pois o IP da sua rede está em uma BlackList do WhatsApp. Para solucionar você teria que alterar as configurações da sua rede, alterando o seu IP para um que nunca foi utilizado ( pode reiniciar o seu modem aguardando 10 segundos ou alterando o IP da WAN de seu roteador que é o recomendado ). Se possível, contate um técnico do seu provedor de internet para fazer esse procedimento.

Se o banimento persistir, você pode tentar utilizar outro celular com WhatsApp para os envios pois o WhatsApp pode estar identificando até mesmo o seu dispostivo.

Observações importantes sobre a BlackList

- Usando VPN não é garantido que isso seja solucionado, apenas alterando o IP da WAN nas configurações de seu roteador

- Ao alterar o IP da WAN, seria como acessar uma outra rede. Por exemplo, se você usasse o WhatsApp, WP Marketing etc... com todos os dispositivos conectados em outra rede, funcionaria normalmente sem ocorrer o banimento instantâneo.

Da Redação
Du Pessoa Serviços Digitais

25 de mar. de 2020

Pandemia do Corona Vírus: Brasil tem 57 mortes 2.425 casos confirmados de Covid-19

Regiões Norte, Nordeste e Sul tiveram os primeiros óbitos registrados nas últimas 24 horas, mas maioria continua concentrada em SP e RJ. O Ministério da Saúde contabilizou, nas últimas 24 horas, 11 novas mortes por Covid-19 no país, informa o levantamento oficial da pasta, divulgado na tarde desta quarta-feira. Com isso, o número de óbitos chega a 57 no país. O Brasil tem 2.425 casos confirmados de infecção por coronavírus em todas as unidades da federação.

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No levantamento de ontem, o ministério registrava 2.201 casos confirmados e 46 mortes por Covid-19. Os estados de Pernambuco, Amazonas, e Rio Grande do Sul tiveram as primeiras mortes confirmadas de ontem para hoje. São Paulo é o estado com maior número de casos confirmados (860) e também de mortes (48). O Rio de Janeiro tem 370 casos e seis óbitos.

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Assessoria
Da Redação

Governo divulga 11º boletim do coronavírus em Rondônia

 O governo de Rondônia, por meio da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) e a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), divulga os dados referentes ao coronavírus (Covid-19) no Estado.

Governo divulga 11º boletim do coronavírus em Rondônia

Até a manhã desta quarta-feira, 25 março, foram consolidados os seguintes resultados para Covid-19 em Rondônia:

Notificados – 585
Descartados – 166
Confirmados – 05

Excluídos – Plataforma do Ministério da Saúde não informa;
Suspeitos – Plataforma do Ministério da Saúde não Informa;

Descartados são todos testados para coronavírus (141) + positivos para outros vírus ( 25)

O Ministério da Saúde (MS) está em processo de mudança e adequação na plataforma de dados que agrega as informações relacionadas ao novo coronavírus (Covid-19), com limitação de acesso aos Estados e mudança na nomenclatura de casos. Dados detalhados com a situação individual dos municípios não estão disponíveis nesse processo de integração.

A Agevisa ressalta que os dados não são lidos e atualizados imediatamente pelo Ministério da Saúde, por isso há atraso (delay) no registro de casos que estão sendo acompanhados diariamente por equipes de saúde nos municípios.


Assessproa
Da Redação

Governo revoga decreto de convocação e aprovados em concurso da Sesau cobram explicações

Porto Velho, RO – Na última sexta-feira (20), o Governo do Estado de Rondônia nomeou cerca de 280 candidatos aprovados no concurso público da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), concurso este realizado em 2017. Porém, conforme informado para a reportagem do Jornal Lente Nervosa, mesmo após a publicação da convocação no Diário Oficial do Estado (DOE), os aprovados não puderam assumir os cargos.

Governo revoga decreto de convocação e aprovados em concurso da Sesau cobram explicações

Um dos aprovados, informou que a posse dos convocados deveria ter ocorrido na última segunda-feira (23), mas o governo voltou atrás e revogou o decreto, pegando de surpresa os aprovados. “Nós ligamos no RH e nos disseram que o governo iria emitir nota comentando acerca da revogação do decreto que nos garantiria emprego”, disse o denunciante. A classe de aprovados cobra posicionamento por parte do Governador Marcos Rocha (PSL), tendo em vista a necessidade de se contratar estes profissionais para reforçar a saúde no estado.

Confira a quantidade de convocados por cargo:

Médico - 6
Auxiliar de serviços gerais - 16
Motorista - 11
Agente em atividades administrativas - 54
Técnico em informática - 3
Técnico em equipamentos e aparelhos hospitalares - 1
Técnico em enfermagem - 74
Técnico em enfermagem com qualificação em enfermagem do trabalho - 1
Técnico em laboratório 10
Técnico em nutrição e dietética - 8
Técnico em ortopedia - 3
Técnico em radiologia - 17
Técnico em segurança do trabalho - 4
Administrador hospitalar - 1
Assistente social - 1
Biomédico - 3
Enfermeiros - 39
Engenheiro em segurança do trabalho - 1
Estatístico - 1
Farmacêutico - 19
Fisioterapia - 1
Fonoaudiólogo - 1
Nutricionista – 5

Da Redação
Lente Nervosa

24 de mar. de 2020

Vermes do Sushi aumentaram 283 vezes revela estudo da Universidade de Washington

Tem gente que não dispensa uma boa comida japonesa à base de peixe cru, porém, uma notícia pode desagradar: atualmente, o sushi possui 283 mais parasitas do que na década de 1980. A constatação foi de pesquisadores da Universidade de Washington, nos EUA, que encontraram uma concentração mais elevada do Anisakis, popularmente conhecido como verme de arenque e verme do sushi, em comparação a 40 anos atrás.

Foram analisados dados de diferentes regiões e épocas, para se chegar à concentração de Anisakis durante o passar dos anos. “Este estudo aproveita o poder de muitas pesquisas juntas para mostrar uma imagem global de mudança em um período de quase 4 décadas", diz a professora Chelsea Wood, da Escola de Ciências Aquáticas e da Pesca da Universidade de Washington. Além de compreender o impacto que isso pode causar na saúde dos humanos, o relatório pode mostrar como mamíferos marinhos também são afetados por esse aumento no número de vermes.

Vermes do sushi aumentaram 283 vezes revela estudo da Universidade de Washington

Nas pessoas que ingerem os vermes, os sintomas variam de náusea a diarreia, mas costumam cessar em poucos dias. A doença causada é a anisaquíase, mas normalmente acredita-se se tratar apenas de uma intoxicação alimentar. Felizmente, os sushimans são preparados para detectar os vermes na carne dos peixes, já que eles podem chegar a até 2 cm de comprimento e apresentar uma coloração esbranquiçada. Assim, dificilmente eles chegam até o consumidor final das iguarias japonesas.

Porém, os mamíferos marinhos não possuem a mesma sorte: eles quase sempre ingerem os peixes com Anisakis e os expelem pelas fezes, que contaminam pequenos crustáceos, como camarões. Depois, acabam voltando para os peixes que se alimentam desses animais menores, fechando o ciclo de contaminação.

Ainda não se sabe, porém, se eles causam algum impacto na saúde de mamíferos como as baleias e os golfinhos, mas dada a sua resistência, é bem provável que tenham, sim, algum efeito. Inclusive, especula-se que esse seja o motivo para que algumas espécies de mamíferos não conseguem procriar corretamente, aumentando a espécie, por conta do anisaquíase.

Também não foi possível determinar as causas para o aumento na quantidade dos vermes de arenque. Acredita-se que as mudanças climáticas, o excesso de fertilizantes e o aumento da população mamífera marinha tenham contribuído para esse cenário.


Tec Mundo

Da Redação

Em Brasilândia, mãe enterra filha de 10 anos viva após ela acusar padrasto de abuso sexual

Vítima tinha 10 anos e, conforme a polícia, foi morta pela mãe com ajuda do irmão adolescente. Crime aconteceu em Brasilândia (MS). Uma mulher de 29 anos está presa desde a noite de sábado (21), em Brasilândia, no leste de Mato Grosso do Sul, por matar a própria filha. Segundo a Polícia Civil, a mãe contou que matou a menina de 10 anos porque ela acusava o padrasto de abuso sexual.

O irmão da vítima, de 13 anos, foi apreendido. Ele confessou que ajudou a mãe a matar a irmã e que ela foi enterrada viva. “Ela pedia por socorro dentro do buraco”, disse o menino à polícia. A polícia soube do caso pela própria mãe. Depois de ir três vezes ao local do crime para constatar se a filha estava morta, a mulher procurou a delegacia de Polícia Civil e disse que a menina havia desaparecido após ter sido deixada por ela em uma praça com o irmão. Horas depois, ligou para a Polícia Militar e contou que havia matado a criança e queria se entregar.

Em Brasilândia, mãe enterra filha de 10 anos viva após ela acusar padrasto de abuso sexual

Os policiais então foram ao encontro da mulher, ela falou sobre o que havia acontecido e levou os militares ao local do crime: um buraco perto do lixão do município. Lá, foi encontrado o cadáver da menina, enterrado de cabeça para baixo. 

A Polícia Civil e o Conselho Tutelar foram informados e em conversa com o irmão da vítima, ele confessou que havia ajudado a mãe. Ele tinha arranhões nas pernas, o que fez com que fosse levantada suspeita sobre o envolvimento dele.

O adolescente contou aos policiais que a mãe derrubou a filha no chão e passou a enforcá-la com fio elétrico. Na versão do garoto, a irmã pedia por socorro para que não fosse morta. Em seguida, eles encontraram um buraco no chão e colocaram a vítima ainda viva, enterrando em seguida, ficando apenas os pés para fora.

Conforme a Polícia Civil, o médico legista observou, no exame necroscópico, que a vítima apresentava várias lesões pelo corpo, indicando possível ocorrência de tortura. A causa da morte foi asfixia mecânica por compressão do tórax, compatível com o relato do adolescente.

O garoto revelou ainda que a mãe ficou enfurecida porque a irmã havia dito que estava sendo abusada sexualmente pelo padrasto e prometeu matá-la caso continuasse falando sobre o assunto. Em seguida, ela chamou ambos para sair de carro e parou em uma estrada fora da cidade, onde iniciou as agressões e matou a filha.

A mulher manifestou o direito de falar apenas em juízo. Informalmente, disse aos policiais ter matado a filha em um momento de raiva, negando que a motivação fosse a revelação do abuso sexual praticado pelo padrasto.

A Polícia Civil identificou uma testemunha que relatou que a menina havia mencionado, no final do ano passado, ter sido vítima de abuso por parte do padrasto e que não poderia revelar os professores ou para a polícia por medo de apanhar da mãe.

A mulher foi autuada em flagrante por homicídio qualificado pelo motivo torpe, meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima, crime praticado para ocultar outro crime; ocultação de cadáver e corrupção de menor. Ela foi encaminhada para o Presídio Feminino de Três Lagoas. Ela já tinha passagens por tráfico de drogas e furto.

A Polícia Civil pediu a prisão preventiva do padrasto da vítima, de 47 anos. Ele é apontado como suspeito de estupro de vulnerável e investigado por eventual participação no homicídio e ocultação de cadáver da vítima. O adolescente foi apreendido e será recambiado para uma Unidade Educacional de Internação.

Por G1 MS
Da Redação 


Sobe para 34 o número de mortes por coronavírus no Brasil

Subiu de 25 para 34 o número de mortes no Brasil em função do novo coronavírus. O número de casos chegou a 1.891, informou o Ministério da Saúde nesta segunda-feira (23), por meio de sua conta no Twitter.

São Paulo tem o maior número de mortes - 30 -, e o de casos: 745. As outras quatro mortes ocorreram no Rio de Janeiro, que, com 233 casos, é o segundo estado mais afetado pela doença. O Distrito Federal, Minas Gerais e o Ceará já passaram de 100 casos.

Sobe para 34 o número de mortes por coronavírus no Brasil

Mortes em São Paulo

Do total das mortes em São Paulo, 21 são homens e 9 mulheres vítimas do Covid-19

Levantamento da CNN junto à Secretaria Estadual de Saúde de SP mostra que das 30 mortes por coronavírus, até agora, em todo o estado, são:

21 homens com idades entre 33 e 93 anos, sendo que com exceção de dois homens de 33 e 49 anos, o restante (19 homens) tem mais de 60 anos (idade de risco). Nove mulheres com idade entre 73 e 96 anos, todas dentro da zona de risco. Entre o total de mortes registradas até o momento, 27 ocorreram em hospitais privados e três em hospitais do SUS (Sistema Único de Saúde). 

CNN, em São Paulo
André Rosa e Bruno Oliveira 

23 de mar. de 2020

Funerária recebe 73 cadáveres em 72 horas em BH por “insuficiência respiratória aguda”, “pneumonia crônica” e “pneumonia aspirativa”

Polícia investiga BO sobre mortes por problemas respiratórios em MG. De acordo com boletim de ocorrência, funerária recebeu, no fim de semana, 23 corpos cuja causa de morte foram problemas respiratórios. BO é verdadeiro, mas há suspeita sobre seu conteúdo. Autoridades policiais abriram investigação sobre um boletim de ocorrência (BO) registrado pela Polícia Civil de Minas Gerais indicando que uma funerária de Belo Horizonte recebeu 73 cadáveres entre a sexta-feira (20) e a noite de domingo (22).

Segundo o BO, foi informado que os laudos cadavéricos mostram que pelo menos 23 desses corpos tiveram como causa da morte problemas respiratórios graves — como “insuficiência respiratória aguda”, “pneumonia crônica” e “pneumonia aspirativa” — e que o laudo de um deles indicava morte por Covid-19

A Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) confirmou a existência do boletim de ocorrência à reportagem. Mais tarde, no entanto, ressaltou que há suspeitas sobre a veracidade do que foi escrito no documento, o que levou o Correio a editar esta matéria às 19h, após publicar uma primeira versão dela.

Funerária recebe 73 cadáveres em 72 horas em BH por “insuficiência respiratória aguda”, “pneumonia crônica” e “pneumonia aspirativa”

Em vídeo publicado nas redes sociais, o secretário de Saúde de Minas Gerais, Carlos Eduardo Amaral, afirmou que não há, pelo menos até este momento, nenhum comunicado oficial de morte por coronavírus no estado. Ele ressaltou que uma série de doenças pode levar à insuficiência respiratória. Ou seja, não se pode ligar as mortes ao novo coronavírus. Por isso, ressaltou ele, é importante ter cuidado com as informações transmitidas à sociedade.

O que é dito no boletim

No boletim, cujo conteúdo é questionado pelas autoridades mineiras, há o relato de que policiais militares receberam uma denúncia anônima sobre a chegada de 41 corpos em 48 horas a uma funerária do Bairro Nova Gameleira, Região Oeste de Belo Horizonte, em um curto intervalo de tempo.

De acordo com a denúncia, os mortos teriam diagnóstico de problemas respiratórios, o que chama a atenção para a pandemia da Covid-19. O denunciante se mostrava ainda preocupado com o fato de haver estudantes de tanatologia no local, podendo ser expostos a risco de contágio. 

Ainda de acordo com o BO, ao qual a reportagem teve acesso, após receber a denúncia, policiais foram ao local e confirmaram a informação com o gerente do estabelecimento, Sérgio José da Silva, 56 anos, que mencionou 73 corpos em 72 horas, sendo 23 mortes por problemas respiratórios. Ao Correio, Silva confirmou que o local nunca recebeu tal quantidade de corpos em tão pouco tempo. Ele ressaltou ser um fato atípico em 30 anos de carreira. "Sim, recebemos muitos corpos desde sexta-feira. Dobrou (a quantidade) por conta das mortes por insuficiência respiratória", declarou o gerente.

Procedimentos

Segundo a versão que consta no BO, o gerente disse aos policiais que dos 23 corpos, um tinha como causa da morte a Covid-19, e que, por isso, foi enterrado sem velório. Os demais, passaram por procedimentos comuns e, antes do enterro, foram levados para despedida dos familiares. A reportagem recebeu informações, por fontes no governo mineiro, de que o registro da ocorrência foi cancelado. Foi tentado, sem sucesso, contato com a Polícia Civil de Minas Gerais para confirmar a informação.


O BO foi registrado no domingo (22), pouco antes das 22h. Consta no documento também que os corpos teriam vindo de municípios da Grande BH, da Região Central e também da capital, um deles, segundo o gerente da funerária, de um paciente que estava no Hospital da Polícia Militar. 

Na manhã desta segunda-feira, o major Flávio Santiago, porta-voz da Polícia Militar de Minas Gerais, confirmou à imprensa que o boletim de ocorrência foi mesmo registrado por um policial, mas que ele não faz juízos de valor no texto. “Ele (o BO) relata situações que são repassadas por um denunciante, e é claro e evidentemente que a Polícia Militar já tomou procedimentos, já encaminhou à polícia investigatória (Polícia Civil) para que isso seja melhor definido. Mas tem uma informação que já é extremamente importante: o caso relatado de uma pessoa falecida oriunda do Hospital Militar não é verídico", informou o militar.

“É importante que nós levemos essa informação a todos, para não criar pânico desnecessário, inclusive com situações que estão em apuração”, disse o major Santiago. “O mais importante é que essas informações estão sendo checadas, mas que já há o indício de informações inverídicas, como eu falei, e precisamos de muita cautela no repasse a essas informações”, pontuou. A reportagem procurou a Polícia Civil sobre o caso. No início desta tarde de segunda-feira, a instituição informou que o governo de Minas se pronunciaria sobre o caso.

Dentro da normalidade

Por meio de nota, a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) informou que a situação está sendo avaliada e acompanhada pelos órgãos competentes. “Vale ressaltar que não há, até o momento, nenhum caso confirmado de óbito por Covid-19 no estado de Minas Gerais. Tão logo as informações sejam apuradas adequadamente, daremos os devidos esclarecimentos”, finalizou.

Diante da polêmica, a funerária Grupo Zelo informou, em nota, que, “em relação ao Boletim de Ocorrência da Polícia Militar de Minas Gerais, “todos os atendimentos estão dentro da normalidade”. No entanto, afirmou que o número de atendimentos teve aumento nos últimos dias, “mas nada que possa ser considerado significativo, estando dentro da regularidade para essa época do ano”.

A funerária informou ainda que não é responsável pela emissão de atestados de óbitos, portanto, está impossibilitada de atestar a causa das mortes dos atendimentos realizados. “Até o momento, o Grupo Zelo não recebeu comunicação de nenhum caso de Covid-19 confirmado por parte dos hospitais”, ressaltou.

Quando há o caso específico de risco biológico para doença infectocontagiosa, como a Covid-19, a funerária informa que a recomendação das autoridades de vigilância sanitária é de não se fazer a tanatopraxia, ou seja, o corpo deve ser levado ao laboratório, onde é colocado na urna. A mesma deve ser lacrada e enviada diretamente para sepultamento. “Nesses casos, o hospital deve comunicar imediatamente a funerária no momento da remoção, o que, conforme já comunicado acima, não ocorreu até o momento presente”, completou.

Estado de Minas
RS Renato Souza  

Enfermeira denuncia falta de EPI no Heuro para trabalhar em Cacoal (Equipamento de Proteção Individual)

Até o momento a direção do hospital não se pronunciou sobre o assunto.  Em Cacoal (RO), uma servidora do Hospital de Urgência e Emergência Regional-Heuro, preocupada com situação devido pandemia do coronavírus, denunciou a falta de condições  de trabalho na unidade.

Enfermeira denuncia falta de EPI no Heuro para trabalhar em Cacoal (Equipamento de Proteção Individual)

“Julgamos devido desde já solicitar posicionamento formal desta unidade hospitalar, sobre  medidas práticas , dinâmicas e preventivas para promover a prevenção e evitar a propagação da doença, reiteramos nossa preocupação com os profissionais da saúde, um dos grupos mais expostos ao vírus CODIV-19”. Solicitamos também por meio deste documento, que está unidade hospitalar Heuro, juntamente com a direção clínica, gerência de enfermagem e a diretoria que possam providenciar ou solicitar formalmente as autoridades governamentais, todos os EPI’S-(Equipamento de Proteção Individual), necessários para prática profissional  e segurança dos profissionais da saúde desta unidade hospitalar”, desabafa a enfermeira

Notícias 190
Por Jefferson

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