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06/07/2016

Terrorista sírio é procurado no Brasil, diz ministro da Casa Civil

Estrangeiro, que esteve preso em Guantánamo, teria vindo do Uruguai

O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, confirmou na terça-feira que o governo brasileiro procura o terrorista sírio Jihad Ahmad Deyab, ex-presidiário de Guantánamo, em Cuba, que teria saído do Uruguai para o Brasil há três semanas. Deyab estava como refugiado em Montevidéu desde dezembro de 2014. Ele atuou em operações terroristas da al-Qaeda na África e foi recrutador do grupo na Europa.


De acordo com um comunicado de alerta da Avianca, do último dia 1º, com base em informações da Divisão de Antiterrorismo da Polícia Federal, a presença de Deyab no Brasil deve ser informada “imediatamente” à PF. A companhia aérea afirma ainda que o procurado, de 45 anos, tem dificuldades de locomoção e usa muletas.

Padilha ressaltou que o serviço de inteligência procura não só Deyab, mas também outras pessoas que possam ser uma ameaça ao país, especialmente agora, a um mês da Olimpíada. 

Em visita ontem ao Rio, o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, afirmou que o trabalho de inteligência dos órgãos de segurança do Brasil aponta que não há probabilidade de ataques durante a Olimpíada. Segundo ele, a possibilidade de ações terroristas sempre existe. Moraes, no entanto, ressaltou que o Brasil está preparado para conter qualquer ameaça.

Não temos probabilidade de evento terrorista. A possibilidade sempre existe. De toda forma, trabalhamos como se houvesse a probabilidade — afirmou Moraes.

Entrada barrada três vezes no Brasil

O ministro do Interior do Uruguai, Eduardo Bonomi, afirmou que Deyab não violou a lei ao partir para o Brasil. Segundo ele, o Uruguai nunca aceitou o pedido dos Estados Unidos de obrigar os refugiados a permanecerem no país por dois anos:

Se as autoridades do Brasil não o receberem legalmente, podem devolvê-lo ao Uruguai. Mas esse é um problema do Brasil.

Uma fonte da PF contou que o ex-detento já havia tentado entrar no país três vezes, mas fora barrado porque seu nome consta em bancos de dados internacionais como envolvido em terrorismo.

Fonte O Globo

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