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25/10/2017

"Artistas"? Globais usam notoriedade para inflienciar sociedade pela aceitação natural do crime de sexualização infantil

Fazendo-se valer do método inescrupuloso de um ditado popular que diz que ‘uma mentira contada várias vezes acaba se tornando verdade’, artistas, produtores, escritores e envolvidos no meio artístico, usam sua notoriedade para engrossar o coro esquerdista pela normatização do crime de pedofilia travestido na forma de arte.

Após a comoção popular que defendeu a família, a inocência das crianças e os valores morais, os conservadores são ameaçados por uma suposta ação judicial que os considera caluniadores e difamadores.

"Artistas"? Globais usam notoriedade para inflienciar sociedade pela aceitação natural do crime de sexualização infantil

Orquestrado pela produtora Paula Lavigne – esposa de Caetano Veloso, a mesma que desdenha do Brasil por não poder andar pelas ruas fumando um baseado – reuniu diversos artistas em sua casa para lançar uma campanha contra os reacionários.

Usando como base o cancelamento da exposição do ‘Queermuseu’ em Porto Alegre e a performance ‘La bête, no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM), os integrantes da campanha devem entrar na Justiça alegando calúnia depois de vídeos feitos por grupos na internet e políticos, como os prefeitos do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, e de São Paulo, João Doria, que associam as exposições a pedofilia e a zoofilia.


Contra a censura e a difamação

Malu Mader, Caetano Veloso, Aline Moares, Cristiane Torloni, Heloisa Perisse, Marco Caruso, Fabiana Karla, Letícia Sabatella, Marisa Monte, Reinaldo Gianecchini, Carolina Ferraz, Cissa Guimarães, Vanessa Gerbeli, o curador da ‘Queermuseu’, Gaudêncio Fidélis, diretores, cantores, produtores e muitos outros uniram-se pela arte e, em vídeo, repudiaram o boicote feito pela população conservadora brasileira às exposições ofensivas.

Postado na página da produtora, o texto que antecede ao vídeo classifica os conservadores de extremistas e robôs manipulados pela internet:

“O Brasil quer se ver livre da Intolerância. As vozes que se levantam contra a censura e a difamação, são as que acreditam no respeito, na diversidade e no amor. Não aceitaremos que um falso moralismo, oportunista e eleitoreiro, contamine a sociedade para fortalecer os interesses políticos dos fundamentalistas. A defesa da arte é a defesa de uma sociedade consciente e que luta por justiça. Não nos intimidaremos com os ataques orquestrados dos extremistas e dos robôs de internet. Somos muitos e juntos somos mais fortes.”, diz o ‘post’.

Sem entendimento

A discussão é longa e os argumentos sólidos – de ambos os lados -.Do ponto de vista artístico, os famosos propagam a promiscuidade e a libertinagem sexual infantil, desrespeitam imagens e símbolos religiosos, disseminam a mensagem das novelas que ensinam como alguém se transforma em um bandido falsamente respeitado ou uma prostituta glamourosamente apresentada como bem sucedida, apoiam músicas que não enriquecem o intelecto e desclassificam o ser humano, as relações amorosas e banalizam a família, tudo em nome da arte.

Uma escultura de um homem com gozo pelo rosto para a classe artística é, segundo eles, uma plausível expressão de arte. Da mesma forma que hóstias com escritos de baixo calão também devem ser consideradas.

De mentes cauterizadas e muitos com os bolsos amparados, graças ao dinheiro público que banca muito da farra dessa depravação, artistas afirmam, veementemente, que tudo se trata de arte. Ainda e principalmente se ela estiver acima dos princípios, crenças e valores de um povo. E, ainda que diplomados, não entendem a diferença entre censura e boicote.

Do outro lado, a sociedade que não tolera mais o estímulo pornográfico imposto a nossas crianças e a libertinagem sexual as quais elas estão, constantemente, sendo expostas. Que não entende, aceita ou classifica como arte o desrespeito a religião, a promoção de imagens pedófilas e zoófilas para incentivo das práticas estranhas penduradas em paredes sem o cuidado de aviso de classificação indicativa de faixa etária para preservação da inocência dos pequenos.

Sociedade que aceita, de bom grado, o rótulo de ignorantes e analfabetos artísticos por seu posicionamento contrário a essa tentativa de regularização de crimes sexuais contra as crianças.

A portas fechadas, com público alvo definido e classificação etária previamente divulgada, a arte no Brasil, queira ela exibir nu frontal, grupal ou de qualquer outra natureza, terá seu espaço sempre garantido e respeitado pela sociedade conservadora. O que não será permitido é a continuação da massificação pela normatização de crimes e precocidades sexuais impostas às crianças. Em defesa da inocência, a sociedade aceita o embate e provará aos artistas que não há diferença das aberrações canceladas para os métodos que um pedófilo utiliza para abordar e violentar uma criança.

A questão política do Brasil foi levantada pelos artistas como maior beneficiário por uma suposta cortina de fumaça lançada pela polêmica contra as mostras. Do tipo, enquanto o povo luta contra a arte, os políticos aproveitam para afundar ainda mais o país.

Há duas questões a serem consideradas. Essa sociedade que está lutando pela família, pelos valores e pelas crianças entende o panorama político em que se encontra. Pessoas que acompanham o que ocorre dentro do Congresso, Senado, Câmara dos deputados e vereadores.Eleitores que lembram que convém a muitos artistas agora, fingir que não possuem nenhuma responsabilidade com o panorama do Brasil. Para muitos é melhor propagar crime sexual em telas pintadas do que republicar suas fotos com candidatos que apoiaram ferozmente e hoje estão presos ou investigados por envolvimento em esquemas de corrupção. Neste ponto de vista, fica claro quem precisa de uma cortina de fumaça para seus crimes!

Da Redação 

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