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16/01/2018

Sórdido! Após demissão por racismo que ainda nega, William Waack confirma negociações com outra empresa

O jornalista William Waack resolveu se manifestar pela primeira vez sobre o seu futuro profissional, após a demissão da Globo. Na emissora, ele trabalhou por vários anos no comando do Jornal da Globo, até ser dispensado por conta de comentários racistas que fez enquanto estava fora do ar.


Esses comentários foram vazados meses depois e causaram revolta no público nas redes sociais, fazendo com que ele fosse afastado imediatamente e demitido semanas depois. `À Folha, o jornalista não revela sobre o que fará daqui pra frente, mas não esconde que está negociando com outros canais de comunicação.

“Estou de fato estudando várias possibilidades. Eu me sinto livre de um peso, com horizontes amplos e avenidas abertas. Não posso neste momento, por simples questão de educação, mencionar com quais instituições estou em contato”, disparou. Em seguida, ele falou sobre as eleições de 2018.

Na ocasião, Waack insinuou que estará trabalhando ativamente nesse momento decisivo para o país: “Estarei a postos para participar de um ano político tão decisivo para o Brasil como 2018, com certeza”.

Sobre os possíveis atritos com Christiane Pelajo, com quem dividia o comando do Jornal da Globo, e Cris Dias, durante a cobertura das Olimpíadas, ele negou todas essas informações. “Aproveito para desmentir qualquer atrito com Cris Dias. Nos demos muito bem, e fiquei muito feliz em trabalhar com ela”, disse.

Em relação a Pelajo, ele afirma: “A mudança de trabalho dentro da emissora nada teve a ver comigo, ao contrário de muita bobagem publicada”. O ex-global também minimizou a situação da piada de cunho racista, dizendo que não poderia ter sido considerada como uma ofensa.

“Claro que um pensamento racista não pode ser considerado como piada. Piada é aquilo dito sem intenção de ofender, sem ser dirigida a ninguém em particular, num ambiente privado, cochichando até. Piada é piada”, explica ele, que não se lembra do contexto daquele momento que emitiu as declarações.

“Não lembro até hoje, nem do que meu colega e eu falávamos nem do que foi o “detonador” do comentário. O fato é que dali de cima daquele prédio nem conseguíamos ver quem estava buzinando”, afirmou.

Bruno Santos
Filhapress

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