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12/01/2018

Uber vai pagar US$ 3 milhões a motoristas americanos para encerrar processo

Dois anos depois de sua abertura, um dos principais processos judiciais movidos contra a Uber parece estar próximo do fim. Nesta semana, a empresa de transportes chegou a um acordo no valor de US$ 3 milhões para encerrar uma ação de classe, na qual um grupo de mais de 2,4 mil motoristas a acusa de não pagar o prometido em horas extras e momentos de alta demanda, além de cobrar taxas abusivas que reduziram os lucros dos parceiros da plataforma.



O acordo foi registrado pela Uber na segunda-feira (08) e ainda depende da aprovação da Justiça. Apesar de a empresa e os reclamantes não terem se pronunciado à imprensa sobre o assunto, a expectativa é de que o valor de US$ 3 milhões encerre a questão, compensando os motoristas afetados e evitando o acúmulo de mais despesas legais relacionadas ao processo.

Nos documentos originais da ação, que envolve até mesmo parceiros iniciais da empresa em Nova York, os motoristas acusam a Uber de agir de forma fraudulenta, prometendo ganhos inatingíveis de acordo com as dinâmicas da plataforma, além de trabalhar com incentivos para que os parceiros deixem seus empregos e se dediquem completamente à direção. Os reclamantes afirmam que a empresa não dá garantia alguma quanto a valores e muda as regras a bel prazer, na maioria das vezes, prejudicando os trabalhadores no processo.

O processo representa o segundo caso do tipo enfrentado pela Uber na Justiça americana. Em janeiro do ano passado, a empresa também chegou a um acordo de US$ 20 milhões, após orientação da Federação de Comércio do país, por exagerar nas estimativas de ganhos de motoristas. Os valores foram repassados aos colaboradores afetados, enquanto a empresa se comprometeu a não fazer mais declarações “infundadas” sobre esse aspecto.
Além disso, também em 2017, a Uber admitiu que um erro de contabilidade levou a pagamentos menores do que o esperado para alguns motoristas dos Estados Unidos. Os problemas teriam ocorrido por um ano e meio, começando em 2014, e a companhia se comprometeu a pagar todos os valores devidos, com depósitos que chegariam a até US$ 900 em alguns casos.

Na época, a empresa afirmou estar trabalhando duro para recuperar a confiança dos motoristas e parceiros, principalmente nos Estados Unidos, sua terra natal. Esse esforço passa, possivelmente, pela resolução de processos como este, bem como outras ações para trazer mais segurança e melhores pagamentos a quem dirige como profissão.


Fonte CNET
Da Redação

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