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22/02/2018

Alunos de escola com forro desabado iniciam o ano letivo em cooperativa de Cacoal

Alunos foram acomodados e os pais ficaram satisfeitos com a transferência, segundo diretora. Aluguel de 18 salas custará R$ 400 mil ao ano.

Os alunos da Escola Municipal José de Almeida e Silva de Cacoal (RO), município a 480 quilômetros de Porto Velho, iniciaram o ano letivo de 2018 nesta segunda-feira (19). Cerca de 700 estudantes foram transferidos para salas de aula alugadas da Cooperativa de Ensino (Coopec), após o prédio onde a escola funcionava ter sido interditada na quarta-feira (14).

Alunos de escola com forro desabado iniciam o ano letivo em cooperativa de Cacoal

De acordo com a diretora Zilma Domingues, todos os alunos foram acomodados e os pais ficaram satisfeitos com a transferência.

A escola foi interditada, devido problemas na obra de construção de um bloco com 12 salas de aula e dois conjuntos de banheiros, que ficam em um andar superior, erguidos no fim de 2016. A nova obra apresentou problemas no telhado e no forro, que começou a desabar. Com isso, a escola foi interditada, sendo proibida a permanência dos servidores e alunos no local.

De acordo com a diretora da escola Zilma, os pais foram avisados da transferência para o novo prédio, em uma reunião na sexta-feira (16). Da cooperativa foram alugadas 18 salas. A parte administrativa como secretaria e direção continuam funcionando no prédio da escola interditada.

“Os pais e os próprios servidores estão satisfeitos com essa mudança. Nossa preocupação era acomodar de forma confortável os nossos alunos, e isso foi feito. Algumas adequações devem ser feitas, assim como em qualquer mudança, mas ao longo dos dias serão feitas. Nossos alunos agora estudarão em segurança”, disse a diretora.

Da cooperativa foram alugadas 18 salas que custará anualmente cerca de R$ 400 mil por ano. Em nota, a Prefeitura de Cacoal informou que uma decisão judicial determinou que as obras na escola sejam retomadas pela empresa responsável nos próximos 15 dias.

Além da conclusão da obra, os valores que serão gastos com aluguel da Coopec também serão cobrados da empresa, responsável pelos transtornos ocasionados pela má execução da ampliação.


Da Redação 
Magda Oliveira, G1 Cacoal e Zona da Mata

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