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05/06/2018

O preço da greve dos Caminhoneiros! Transportadoras têm 15 dias para pagar multa R$ 340 milhões

Empresários de agronegócios também não querem pagar a conta da greve dos caminhoneiros; eles são contra à tabela de preços mínimos que foi criada por medida provisória para suspender as paralisações. Transportaram vão pagar conta salgada por participar da greve dos caminhoneiros.

Depois da greve, vem a conta. O ministro Alexandre de Moraes determinou que as 96 transportadoras que descumpriram determinação de desbloquear rodovias federais do país têm 15 dias para pagar as multas cobradas pelo STF (Supremo Tribunal Federal). Por decisão da Corte, a conta ficou ainda mais salgada, uma vez que veículos de muitas delas continuaram impedindo o livre tráfego nas rodovias, após a ordem judicial’. “No total, portanto, o montante de multas aplicadas e cobradas na Justiça já chega a R$ 339 milhões”, afirma a Advocacia-Geral da União (AGU), por meio de nota.

O preço da greve dos Caminhoneiros! Transportadoras têm 15 dias para pagar multa R$ 340 milhões

De acordo com a determinação, caso não haja pagamento voluntário, as empresas terão os bens penhorados. Para agravar o prejuízo que as transportadoras vão ter de arcar, o valor original da multa  –  R$ 144 milhões  –  aumentou nesta quarta-feira (30), com pedido da AGU, em razão  da continudade das paralisações, em desrespeito à  ordem judicial.A conta do freteEntidades do segmento de agronegócios não querem pagar, sozinhos, a conta da greve dos caminhoneiros. São contra a tabela de preço mínimo para o frete rodoviário dos alimentos a ser anunciada até o final desta semana.A tabela está prevista em medida provisória editada pelo presidente Michel Temer para atender as reivindicações dos grevistas. Até o final desta semana, a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) pretende publicar a primeira tabela de preços mínimos dos fretes.Esse tabelamento terá vigor até 20 de janeiro de 2019. Representantes dos caminhoneiros participam do debate para definição dos preços. Os empreendedores rurais querem o mesmo tratamento.

A preocupação é que a medida diminua a competitividade do segmento e eleve o custo de produção da atividade. Para o consumidor, a mudança pode representar aumento no preço.

Municípios afetados

Quem vai pagar a conta da greve serão os municípios, que vão acumular os maiores prejuízos. É o que aponta pesquisa realizada pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) divulgado nesta quarta-feira -  90,22% dos 1.892 prefeitos afirmaram que seus respectivos municípios estão com algum tipo de restrição decorrente da falta de combustível. Esses gestores responderam a questionário enviado pela entidade a respeito dos efeitos da crise dos combustíveis.

Novo Supersimples

O relator da reforma tributária, deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), conta com a colaboração do Sebrae Nacional para criar um novo Supersimples a ser incorporado à Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que voltará a ser discutida na próxima semana em nova comissão especial da Câmara Federal. “Haverá uma nova modalidade com a manutenção do benefício das micro e pequenas empresas na ponta”, afirmou à coluna o relator. “É uma experiência que está sendo aplicada em Minas Gerais. O Supersimples será mantido”, acrescentou.

A colaboração está sendo efetivada pelo gerente da Unidade de Políticas Públicas e Desenvolvimento Territorial do Sebrae, o mineiro Bruno Quick, que coordena a articulação da instituição com o Congresso para contribuir com a aprovação de medidas de estímulos às micro e pequenas empresas e aos empreendedores individuais (MEIs). “Os pequenos negócios continuarão sendo estimulados”, antecipou Hauly.

Desistência de imóveis

A agenda do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), continuará dominada por matérias econômicas. Uma delas é o projeto 1220/15, do deputado Celso Russomanno (PRB-SP), que fixa em 10% o percentual que a incorporadora poderá reter de valores pagos por imóvel na planta quando houver desistência do comprador.De acordo com a proposta, a empresa terá a obrigação de devolver em 30 dias o valores pagos ao comprador com correção e juros.

Terceirização sem ‘mágica’

Quem investe em setor imobiliário tem que ficar atento também com a terceirização de serviços pelos condomínios de imóveis de habitação coletiva. Durante a Unasíndico 2018, maior evento voltado para gestores condominiais realizado em Brasília, Guy René, diretor da Qualifoco Serviços advertiu sobre os cuidados que se deve ter ao contratar uma empresa terceirizada com segurança. Um é checar a ficha da empresa junto aos órgãos de controle por meio de pesquisa na internet. O segundo ponto é verificar como as terceirizadas pretendem cumprir o contrato com o valor estabelecido.

“Não há mágica!”, alertou o executivo. “Para baixar o preço e ganhar da concorrência, algumas empresas não apresentam a qualidade proposta e, o que é pior, deixam um imenso passivo para os gestores na saída”, adverte. “É o tal do barato que sai caro", completou. 

Reuters
Abnor Gondin

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