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30 de out. de 2018

Bolsonaro anuncia doação de sobra da campanha de 2,2 Milhões de Reais para Santa Casa de Juiz de Fora

No Twitter, presidente eleito afirma que campanha custou R$ 1,5 milhão, 'menos da metade do arrecadado com doações individuais'. TSE registra despesas de R$ 2,5 milhões. À Justiça Eleitoral, a campanha de Bolsonaro  reportou ter arrecadado R$ 3,7 milhões por meio de vaquinha virtual, além de R$ 22.200 advindos de doações de pessoas físicas.
  
O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), afirmou nesta terça-feira (30) que vai doar as sobras de campanha de sua eleição para a Santa Casa de Misericórida de Juiz de Fora (MG), onde foi atendido após ser esfaqueado em 6 de setembro.


Em seu Twitter Bolsonaro anuncia doação de sobra da campanha, em torno de 2,2 Milhões de Reais para Santa Casa de Juiz de Fora

 Nossa campanha custou cerca de R$ 1,5 milhão, menos que a metade do que foi arrecadado com doações individuais. Pretendo doar o restante para a Santa Casa de Juiz de Fora, onde nasci novamente. Acredito que aqueles que em mim confiaram estarão de acordo. Muito obrigado a todos!

Na postagem, Bolsonaro afirmou que sua campanha custou cerca de R$ 1,5 milhão. Ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), entretanto, ele declarou ter gasto R$ 2,5 milhões, segundo informava o site da Corte às 13h desta terça-feira (veja na imagem abaixo).

A arrecadação com doações de pessoas físicas, por sua vez, chegou a R$ 4 milhões – somadas as doações via financiamento coletivo (vaquinhas) e outras, feitas diretamente à campanha ou pelo PSL.

Os valores declarados ao TSE, entretanto, podem mudar, pois os candidatos disputaram o 2º turno podem fazer a prestação de contas até o dia 17 de novembro.

Segundo a legislação eleitoral, as sobras de campanha das candidaturas à Presidência da República devem ser transferidas para a direção nacional do partido – no caso, o PSL – que será o responsável pela identificação, utilização, contabilização e prestação de contas ao TSE.

O G1 procurou a assessoria de Bolsonaro e o filho dele, deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), para perguntar como seria feita a doação e o motivo da divergência nos valores de despesas de campanha, mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem.

Até a manhã desta terça, a Santa Casa disse que não havia sido comunicada oficialmente da intenção do presidente eleito.

Da Redação
Por Vitor Sorano, G1

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