Cacoal_NEWS
Em prol do povo, Deputado Federal Coronel Chrisóstomo é CONTRA o aumento do FUNDO ELEITORAL | Cacoal NEWS - Notícias de Cacoal e Região

Menu Right

Top Social Icons

quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

Em prol do povo, Deputado Federal Coronel Chrisóstomo é CONTRA o aumento do FUNDO ELEITORAL

O Fundo Eleitoral (Fundo Especial para o Financiamento de Campanhas, ou FEFC) foi inventado pelo Congresso em 2017, durante a "minirreforma eleitoral". Tratou-se de resposta a uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que em 2015 deliberou que as doações de empresas para campanhas eleitorais contradiziam a Constituição de 1988. 

Porém, nesta ultima eleição, "ficou bem claro com algumas campanhas, inclusive a minha, que candidatos que realmente têm o respeito do povo, conseguem se mobilizar sem necessitar de muito dinheiro. Nosso presidente Bolsonaro é um grande exemplo em relação a este assunto!”, afirmou o deputado federal, do PSL de Rondônia, Coronel Chrisostomo. 


O deputado tem se firmado como o único parlamentar que votou em todas as instâncias totalmente contra o fundão eleitoral. Inclusive, foi o único deputado federal de Rondônia, eleito, que não utilizou dinheiro público em sua candidatura.

No início de seu mandato, o deputado foi à tribuna da Câmara dos Deputados defender o arquivamento do projeto de lei que relaxaria a fiscalização das contas partidárias e aumentaria o fundão eleitoral. 

“O Brasil está em crise financeira. O povo não suporta mais. Não tem dinheiro para dar para campanha política. Não sou leviano. Eu preciso de dinheiro, mas, no momento, não é cabível.”, disse o parlamentar em vídeo publicado em suas redes sociais. 

Em total sintonia com o presidente da República Jair Bolsonaro, o parlamentar afirmou que apoia o fato do presidente analisar a opção de vetar o fundão eleitoral de 2 bilhões de reais aprovado no Congresso Nacional. 

Nesta quarta-feira, 18, na frente do Palácio da Alvorada, o presidente proferiu não considerar “justo” o recurso que financia campanhas eleitorais com dinheiro público, visto que institui condições de desigualdade entre novos candidatos e os que procuram uma reeleição.

“Infelizmente essa decisão não depende apenas da nossa vontade. No Congresso fomos derrubados por meio de maioria absoluta, ou seja, o fundo eleitoral foi aprovado por 242 votos a 167. Foram horas de discussão, mas infelizmente não contamos com o apoio da maioria.”, ressalta o deputado.

Sabe-se que além do fundo eleitoral empregado para financiar campanhas em anos eleitorais, os partidos são aprovisionados com cerca de R$ 1 bilhão de Fundo Partidário, que é utilizado para custear atividades do "dia a dia" das legendas. Com o veto, políticos precisariam bancar seus próprios planos eleitorais, sem o apoio antecipado de empresas e sem agredir o bolso dos brasileiros, o que significaria um alívio no orçamento, o qual poderia ser realocado a outras atuações. 

Porém, durante transmissão em rede social, nesta noite de quinta-feira (19), o presidente Jair Bolsonaro disse que aguarda um parecer jurídico final sobre o tema, mas que, infelizmente, a tendência deve ser sancionar o fundo eleitoral de R$ 2 bilhões, tal e qual foi proposto, visto que, caso contrário, pode sofrer um processo de impeachment no Congresso Nacional. 

O velho ditado se aplica muito bem no desfecho deste tramite: “se correr o bicho pega, se ficar o bicho come”. Vamos aguardar o desenlace desta situação

Assessoria
Da Redação

Responsive Full Width Ad

Copyright © 2018 Cacoal NEWS - Notícias de Cacoal e Região | Du Pessoa Serviços Digitais (73) 9 8888 1488