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Esquema especial de segurança e plantão 24h no serviço de urgência; conheça o outro lado do carnaval

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O g1 conta a história de quatro personagens:

  • Ralissa Queiroz, trabalha há mais de 16 anos como PM, mas todas as vezes que sai de casa, a mãe fica preocupada.
  • Patrícia e Alessandro, se dividem entre as tarefas domésticas e as demandas da empresa prestadora de serviços de bombeiros civis.
  • Já Helena, tinha o sonho desde criança em trabalhar socorrendo a vida de pessoas no Samu.

🎊🎉 Essa reportagem faz parte da série ‘O outro lado do carnaval’, do g1, que conta a história de pessoas que trabalham no período carnavalesco. Enquanto alguns se entregam à folia, outros estão ocupados garantindo o seu sustento ou uma grana extra.

Confira outros episódios:

Esquema especial de segurança

De acordo com o Tenente Coronel Amorim, o planejamento dos pelotões da Polícia Militar (PM) encarregadas da segurança durante o carnaval é um grande desafio, pois são muitos dias de desfiles de blocos de rua. Com isso, a quantidade de policias nas ruas precisa também ser maior.

“Esse planejamento começa três a quatro meses antes, pois a execução ocorre em fevereiro. É necessário observar algumas peculiaridades, como a quantidade de pessoas, o percusso do bloco, para que esse esquema especial de segurança seja executado”, explica.

Há também outras demandas durante os dias de carnaval que precisam de organização de equipes, como o policiamento ostensivo e preventivo nos bairros, segundo o tenente coronel da PM.

Policiais Militares durante ação no carnaval de Porto Velho — Foto: Sesdec/ Governo de Rondônia

Além disso, o trabalho realizado pela PM em conjunto com outros órgãos da Secretaria de Segurança, Defesa e Cidadania de Rondônia (Sesdec) facilita a organização das patrulhas para o trabalho especializado durante o período.

O Coronel explica que neste ano, algumas ferramentas estarão à disposição para auxiliar na segurança, como drones, câmeras de segurança espalhadas pela cidade, helicóptero da Sesdec e o Centro Integrado de Controle Móvel.

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Concentração e atenção redobrada

Ralissa Queiroz, com mais de 16 anos de experiência como PM em Porto Velho, explica que o trabalho durante o carnaval demanda uma atenção especial redobrada devido ao grande número de pessoas e às diversas situações que podem exigir intervenção das equipes.

“Durante o carnaval, lidamos com uma grande quantidade de pessoas e uma maior probabilidade de incidentes inesperados. Por isso precisamos manter concentração e atenção redobrada.”

Ralissa Queiroz trabalha há 16 anos como Policial Militar em Porto Velho — Foto: Júnior Párraga/ Rede Amazônica

Já o preparo para ir trabalhar exige organização, isso porque tem: coturno para limpar, uniforme para escolher e cabelos que precisam estar sempre alinhados. Além disso, durante os esquemas especiais de carnaval, ela precisa chegar no batalhão em um horário antes da saída das tropas para a rua.

Ralissa conta que, apesar da rotina ser cansativa e exigir flexibilidade de horário, já possui o hábito de passar noites em claro. No entanto, apesar disso, o pai e a mãe sempre ficam preocupados quando ela sai de casa para o serviço.

Policiais militares durante reuniãoantes da saída das tropas para a rua — Foto: Polícia Militar de Rondônia/Sesdec

De empréstimo consignado á bombeiros civis

Patricia Oliveira, estudante de técnico de enfermagem, e seu marido Alessandro Alves, que é bombeiro civil, fundaram uma empresa de prestação de serviços de bombeiros civis há sete anos.

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Treinamento de bombeiros civis antes de blocos de carnaval em Porto Velho — Foto: Emily Costa/g1 RO

Inicialmente, a empresa, chamada Elite, era correspondente de empréstimos consignados. Mas, ao trabalhar com o marido em eventos na área da saúde, viu ali a oportunidade de transformar o negócio e expandir para oferecer serviços de bombeiros civis.

“A gente começou prestando um serviço e um amigo deu a ideia. Logo em seguida, surgiu uma proposta de trabalhar no carnaval. Depois disso, a gente resolveu investir e hoje temos muita credibilidade. Vamos trabalhar com 18 blocos de carnaval aqui na capital “, explica

Atualmente, Patrícia trabalha com a parte administrativa. Como não possuem funcionários, o casal precisa conciliar as demandas da empresa com as responsabilidades domésticas.

Patricia é responsável pela parta administrativa da empresa prestadora de serviços de bombeiros civis no Carnaval — Foto: Júnior Párraga e Márcia Chaves/ Rede Amazônica e Amazon Sat

De acordo com Alessandro Alves, o trabalho do bombeiro civil é combater princípios de incêndios e prestar primeiros socorros.

Durante o carnaval, como são contratados pelos blocos, ficam responsáveis por combater incêndios que possam surgir no trio elétrico, mas a maior atividade que executam é prestar primeiros socorros aos foliões.

“Durante o carnaval, fica uma equipe próxima do trio e outra circulando ao redor dos foliões do bloco. Já eu que sou o motorista da ambulâncias, precisamos ficar sempre atrás do trio, com uma equipe técnica dentro do automóvel”.

O bombeiro civil explica que para que tudo ocorra conforme o planejado durante o carnaval, é importante conversar previamente com os clientes (donos de blocos) quais são as demandas. Além disso, manter sempre uma comunicação com outras equipes de segurança e saúde, como os técnicos de trios elétricos, policiais militares e equipes do Samu.

trabalho do bombeiro civil é combater princípios de incêndios e prestar primeiros socorros — Foto: Júnior Párraga e Márcia Chaves/ Rede Amazônica e Amazon Sat

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Sonho de infância

Helena Braga é técnica de enfermagem e desde criança tinha o sonho em trabalhar socorrendo vidas. Há 9 anos, ela faz parte da equipe de Serviço de Atendimento Móvel de Urgência. Atualmente, suas escalas são divididas em plantões de 24h e 12h.

“Desde pequena eu sempre gostei dessa área da saúde, cuidar das bonecas, fazer cirurgia. Gosto do ato de cuidar. É uma coisa minha mesmo, explica.

Helena Braga é técnica de enfermagem e faz parte da equipe de Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) — Foto: Emily Costa/g1 RO

Ela explica que como a escala é dividida em horas semanais, há alguns dias de folga, o que lhe ajudar a ficar perto do marido e das filhas. Mas, como tem outro emprego fora do Samu, seu tempo de descanso é ainda mais limitado.

Em todas as datas festivas, assim como no carnaval, há um grande número de chamados, principalmente relacionados a acidentes, agressões, brigas, tiros de arma de fogo e acidentes de carro. Mas, a parceria com os bombeiros e a Polícia Civil facilita os atendimentos.

No carnaval há um grande número de chamados relacionados a acidentes e brigas — Foto: Emily Costa/g1 RO

O trabalho, por vezes, tem seus empecilhos: o trânsito e trotes dificultam a chegada da ambulância no local do acontecimento.

De acordo com Raymisson Correa, diretor do Samu, durante o carnaval são realizados planejamentos para diminuir o tempo de espera no atendimento, garantindo que as ambulâncias estejam mais próximas dos blocos e tenham rotas de fuga definidas, que são as vias de acessos próximas do circuito dos blocos.

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“Isso melhora o tempo de resposta, nos aproxima dos cidadãos e permite um deslocamento mais ágil. A gente aproxima as nossas unidades móveis dos cidadãos”, afirma Correa.

Como exemplo, no circuito da zona sul, uma unidade móvel fica posicionada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA), enquanto no circuito do centro, a ambulância fica localizada no Pronto Atendimento Dra. Ana Adelaide.

Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) conta com planejamento de rotas de fugas durante o período de carnaval — Foto: Emily Costa/g1 RO

Colaboração de Júnior Párraga (Rede Amazônica) e Márcia Chaves (Amazon Sat).

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